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Mensagem do dia.. - por: Leonardo barreto


Um coração que está em Deus não se corrompe e é fiel à seus princípios, ou vc está em Deus ou não está a matemática é simples assim...

Evangelho do dia - 07/05/2015

Evangelho (Jo 15,9-11)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Papa recebe judeus e pede orações por visita a Jerusalém

Papa recebe judeus e pede orações por visita a Jerusalém

Comitê Judaico Americano

O Papa destacou o grande caminho de diálogo e fraternidade construído entre judeus e cristãos nos últimos anos
Liliane Borges
Da Redação, com Boletim da Santa Sé
Papa com Comite Judaico
Francisco recorda importância do Documento conciliar “Nostra aetate” / Foto: L´osservatore Romano
O Papa Francisco recebeu, nesta quinta-feira, 13, os representantes do  Comitê Judaico Americano. O grupo  de 55 pessoas foi recebido na Sala do Consistório, no Palácio Apostólico.
Francisco agradeceu aos representantes pela contribuição dada ao diálogo e a fraternidade entre judeus e cristãos. Destacou a ação conjunta na construção de um mundo mais justo e fraterno, servindo aos pobres, aos marginalizados e aos que sofrem.
“Este nosso compromisso se funda nas palavras das Escrituras sobre a proteção do pobre, da viúva, do órfão e do estrangeiro. Este é um dever que nos foi confiado por Deus: reflete a Sua santa vontade e Sua santa justiça, é um autêntico dever religioso”, salientou  o Papa.
Francisco recordou que, em 2015, serão comemorados 50 anos da Declaração “Nostra aetate”, do Concílio Vaticano II. Segundo o Pontífice, o documento é, ainda hoje, uma referência imprescindível para o relacionamento entre cristãos e judeus.
“Uma fonte de inspiração para refletir sobre o patrimônio espiritual que nos une e constitui uma base para o diálogo, ou seja, a nossa relação com Deus”, declarou sobre o documento.
O Papa destacou ainda a necessidade de transmitir às novas gerações o patrimônio de conhecimento recíproco, estima e amizade construído nesses anos.
No final da audiência, Francisco recordou que fará uma visita a Jerusalém, neste ano, e pediu orações por sua peregrinação, a fim de dar frutos de comunhão. O Papa se despediu com a saudação tradicional dos judeus:  “Shalom!”.

Relembre gestos e atividades marcantes do Papa Francisco - 1 ano de pontificado...

Relembre gestos e atividades marcantes do Papa Francisco

1 ano de Pontificado

Relembre gestos e atividades marcantes do Papa FranciscoDaqui a exatamente um mês, o Papa Francisco vai completar um ano de pontificado. Para comemorar a data, o webjornalismo Canção Nova inicia, nesta quinta-feira, 13, uma série de matérias especiais recordando momentos marcantes do Papa ao longo desses quase 365 dias como Sucessor de Pedro.
Até 13 de março, você acompanha, diariamente, uma matéria sobre o pontificado de Francisco, passando pelo dia da eleição, suas quebras de protocolo, que surpreenderam o mundo; a relação com os jovens, as mensagens de paz dentre outras atividades e as palavras do Santo Padre.
O conteúdo está disponível na categoria “Um ano de Papa Francisco”, no especialpapa.cancaonova.com . Acompanhe!

Mensagem do dia - 12/02/2014 - por Leonardo barreto.

Jesus está em que lugar em sua vida? Com certeza a resposta será: primeiro lugar.
Mas é preciso refletir realmente ele está? pois muitas vezes acordamos e não falamos um bom dia com ele, vamos trabalhar, estudar, sem ao menos agradecer por está vivo e crescendo, quando muitos não tem essa oportunidade. Só lembramos de Jesus no momento do aperto, da dificuldade, temos tempo pro futebol, pra novela, pra malhar, sair e Deus? Quando for até ele buscando a cura, a força, o ânimo, ele poderá olhar com amor e te dizer: "Vai que tua fé te salvou.", mas qual fé será que seremos salvo? é preciso abrir espaço para a oração em primeiro lugar.

Mais de 20 mil noivos participarão do encontro com o Papa !!!

Segundo o Pontifício Conselho para as Famílias, os noivos irão receber um presente para a celebração do seu casamento
Da Redação, com Rádio Vaticano
Mais de 20 mil noivos participarão do encontro com o Papa
Papa receberá casais de noivos na festa litúrgica de São Valentim, Padroeiro dos namorados / Foto: L´osservatore Romano

Mais de 20 mil casais de noivos estão inscritos para  encontro com o Papa Francisco, nesta sexta-feira, 14, dia de São Valentim. O anúncio foi feito pelo Pontifício Conselho para as  Famílias, que promove o evento.
“O sucesso da iniciativa, absolutamente imprevisível há três semanas, mostra que há jovens contracorrente, que desejam que o seu amor dure para sempre e seja abençoado por Deus, mesmo que o mundo em que vivemos não acredite que os laços durem eternamente”, afirma o presidente do Dicastério para a Família, Dom Vincenzo Paglia.
“A alegria do sim para sempre” é o tema do evento que precisou ser  transferido para a Praça de São Pedro por causa do número  de inscrições. O objetivo do Dicastério era atingir casais italianos, porém, jovens de 28 países participarão do evento.
A audiência terá início às 11h00 (às 8h no horário de Brasília) com música e testemunhos.  Às 12h (9h em Brasília), o Papa Francisco chegará à Praça e responderá a perguntas de três casais. Os temas serão a dificuldade atual de fazer uma escolha definitiva, as qualidades da família cristã e o estilo da celebração do sacramento do matrimônio.
A audiência vai concluir-se com um momento de oração e os noivos vão receber um presente, para a celebração do seu casamento.
A organização do evento destaca que uma das motivações para a audiência, foram as palavras do Papa Francisco dirigidas aos jovens durante a visita a Assis, Itália, em outubro do ano passado.
“Dois cristãos, quando se casam, reconhecem na sua história de amor um chamamento de Deus, para a vocação de formarem os dois, homem e mulher, uma só carne, uma só vida. Com este dom, com a certeza deste chamamento, é possível partir com segurança, sem medo de nada. É possível enfrentar a dois todas as dificuldades”, declarou Francisco.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Missa - Nossa Senhora de Lourdes

Ontem dia 11/02 dia de Nossa Senhora de Lourdes, em nossa Paróquia Feliz Nossa Senhora da Penha missa presidida pelo nosso amado Pe. Clécio, com unção dos enfermos, benção da saúde com adoração ao Santíssimo Sacramento, foi realmente uma chuva de bençãos e de muita unção.

Mensagem do dia 10/02/2014.

Mensagem do dia.. - por: Leonardo barreto

As vezes em meio as dificuldades que encontramos em nosso dia a dia, nos entregamos, pois o fardo é pesado, mas se olhamos para trás veremos que existem pessoas com problemas maiores que os nossos, o que mais nos machuca é quando descobrirmos que não podemos ou não somos mais capazes de fazermos algo, mas é preciso crer que o importante não é fazermos o que queremos e gostamos, mas o que edifica e ajuda o próximo, pois não a nada melhor que que fazer o bem aos que amamos ou a quem ainda nem descobrimos que amamos.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A prática de ouvir a Deus



 
O importante é adquirir a prática de ouvir a Deus. Ouvir não com o ouvido, mas com o coração. Ouvir a Deus é colher no coração o que Ele inspira. A resposta do Senhor é semeada no nosso coração, no mais íntimo do nosso ser, no mais profundo de nós mesmos, no cerne de nós mesmos, lá onde Ele habita, lá onde Ele mora.

Se eu quiser saber a resposta do Senhor, devo procurar lá dentro, dentro de mim mesmo. Tenho de aprender a entrar no meu interior, a buscar dentro de mim. Não fora, não no barulho, não na movimentação, nem na minha cabeça.

Muitas vezes, queremos resolver todas as coisas com a cabeça, saber tudo com a cabeça. Precisamos ir, realmente, buscar, entrar em nós mesmos, em oração.

Todos sabemos como é bom orar, principalmente, em línguas, cantar em línguas, e depois ficar naquele silêncio. O que experimentamos não é um silêncio vazio, pelo contrário, é um silêncio pleno, um silêncio gostoso. Um silêncio pelo qual entramos dentro de nós mesmos. É lá que o Todo-poderoso vai semear as respostas de tudo aquilo que perguntamos.

Tudo é questão de aprender a ouvi-Lo. Ouvir não com os ouvidos, mas com a sabedoria de que Deus infunde no recesso do coração que reza.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Adeílson trocou a recompensa por encontrar um jovem pelo tratamento de reabilitação

Nesse Sábado foi ao ar a história de um ex-viciado que recebeu uma recompensa, por encontrar um desaparecido, (esse Senhor perdeu tudo na vida por causa do Crack), porém ele não quis a recompensa, ele pediu um tratamento para se livrar do crack.
Essa história chama a atenção de um modo especial, pois em qualquer situação de erro em nossa vidas (o pecado), para poder nos levantarmos, o primeiro passo é reconhecer que estamos errados, depois querer vencer.
Nesse quadro ele poderia ganhar até 30 mil reais, porém ele já tinha avisado que o prêmio seria para contruir uma marcenária na clínica de tratamento e ajudaria a mãe, pois queria reparar algumas coisas que destruiu na vida.
Ele terá a chance de recomeçar com sua família e sua vida, ele disse uma frase: "as drogas é morrer emtodos os sentidos e eu não quero morrer quero viver", então fica um exemplo de fé e de superação para todos nós, ele está limpo do crack a mais de 160 dias, e nós de que precisamos ficar limpos?

Adeílson Carvalho leva R$10 mil para casa no Agora ou Nunca (Foto: Caldeirão do Huck / TV Globo)Adeílson Carvalho leva R$10 mil para casa no Agora ou Nunca (Foto: Caldeirão do Huck / TV Globo)
O Agora ou Nunca deste sábado (08/02) fala sobre superação. Adeílson Carvalho teve sua história contada no Jornal Nacional no começo do ano. A reportagem relata o momento de virada na vida do marceneiro que se envolveu com as drogas e tornou-se um viciado em crack.
Adeílson teve sua oportunidade de sair das drogas ao encontrar, em Brasília, um estudante desaparecido e trocou a recompensa oferecida pela família do rapaz por um tratamento de reabilitação, onde se encontra desde agosto de 2013.
O marceneiro começou bem cumprindo suas provas, mas no final acabou não completando com sucesso a tarefa, mas levou o prêmio de R$10 mil, que pretende usar para ajudar a ONG que o acolheu durante o tratamento.


Fonte: http://gshow.globo.com/programas/caldeirao-do-huck/O-Programa/noticia/2014/02/agora-ou-nunca-da-oportunidade-para-ex-viciado-em-crack.html

Mensagem do dia 08/01/2014 - por - Leonardo Barreto.

Quando se é perguntado a maior importâcia na vida, quase 80% das pessoas que conheço, respondem: A família. Mas o que se ver na realidade, são pessoas interagindo e dando seu melhor a pessoas que não estão em sua casa, ou as vezes estão, porém On-line, em casa são só acusações, discursões e ofensas, muitas vezes o que se diz é que "não vejo a hora de sair de casa, ser independente", ou apenas reina o silêncio e o despreso.
Realmente a família é mais importante? precisamos rever nossos conceitos...

Leonardo Barreto.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Anunciar o Evangelho com humildade, pede Papa em homilia

Missa na Casa Santa Marta Francisco destacou que não se pode tirar proveito da condição de cristãos, mas sim seguir caminho de humildade traçado por Cristo
Da Redação, com Rádio Vaticano
Anunciar o Evangelho com humildade, pede Papa em homiliaAnunciar o Evangelho sem tirar proveito da condição de cristãos. Foi o que afirmou o Papa Francisco em Missa nesta sexta-feira, 7, na Casa Santa Marta. O Santo Padre desenvolveu sua homilia a partir do martírio de João Batista e destacou que, como ele, o verdadeiro discípulo de Cristo segue o caminho da humildade sem apropriar-se da profecia.
A trágica morte de João Batista é relatada no Evangelho do dia. Francisco recordou sua vida dedicada ao anúncio do Evangelho, seu empenho para a conversão de todos, sem apropriar-se de sua autoridade moral. João foi um homem de verdade, que imitou Cristo na humildade, rebaixando-se até a morte, disse Francisco.
Assim como Cristo, João teve uma morte humilhante, momentos de angústia no cárcere, experimentando a escuridão da alma. Mas Jesus respondeu a Ele, assim como o Pai respondeu a Jesus, confortando-o.
“Anunciador de Jesus Cristo, João não se apropria da profecia, ele é o ícone de um discípulo”, disse o Papa. A fonte deste comportamento de João Batista está no encontro de Maria e sua prima Isabel, quando João pulou de alegria no ventre de sua mãe. Francisco explicou que aquele encontro encheu de alegria o coração de João e o transformou em discípulo.
Segundo o Papa, fará bem aos homens de hoje questionar-se sobre seus discipulados: se é um anúncio de Jesus ou se aproveita-se da condição de cristãos como se fosse um privilégio.
“Seguimos no caminho de Jesus Cristo? O caminho da humilhação, da humildade, do rebaixamento para o serviço? E se nós chegamos à conclusão de que não estamos firmes nisto, perguntemo-nos: ‘Mas quando foi o meu encontro com Jesus Cristo, aquele encontro que me enche de alegria?’ E voltar ao encontro! Reencontrar o Senhor e seguir adiante por este caminho tão belo, no qual Ele deve crescer em nós e nós sermos diminuídos”.

Evangelho do dia...

Evangelho (Mc 6,30-34)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 30os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado. 31Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer. 32Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. 33Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles. 34Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Menino enfrenta enchente em Bangladesh para salvar filhote de cervo

Pré-adolescente corajoso foi aplaudido por moradores após nadar em rio em fúria segurando animal com apenas uma de suas mãos; internautas estão nomeando garoto como "herói"

enchente_cervo01_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)

Belal é o nome do novo herói de Noakhali, em Bangladesh. O pré-adolescente arriscou sua própria vida ao enfrentar uma enchente na região para salvar um filhotinho de cervo.
O menino nadou no rio em fúria segurando o animal com apenas uma de suas mãos.
O fotógrafo Hasibul Wahab registrava os estragos causados pela enchente quando flagrou a atitude do jovem. Nas imagens, Belal aparece apenas com o braço para fora da água.
Ao atravessar o rio, salvar o bichinho e ainda sobreviver, o menino foi aplaudido por moradores que acompanharam o resgate. "O ato de coragem deste garoto foi fenomenal", disse o fotógrafo.
Divulgadas na rede social Imgur, as imagens estão sendo compartilhadas por milhares de internautas como "Belal, o herói".
A sequência de fotos abaixo mostra o resgate do cervo:
enchente_cervo02_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)


enchente_cervo03_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)


enchente_cervo04_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)


enchente_cervo05_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)
Fonte : http://revistagloborural.globo.com/Colunas/planeta-bicho/noticia/2014/02/fotos-menino-enfrenta-enchente-em-bangladesh-para-salvar-filhote-de-cervo.html

Fica aqui uma pergunta: Vale a pena correr esse risco?

O que falta hoje no ser humano é justamente o que esse menino fez em minha opinião: Colocar-se no lugar do outro, pois de que vale minha vida se eu não entrega-la ao meu próximo, esse menino prova que o amor a vida vence qualquer correnteza contrária.

Leonardo Barreto.
 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Casais em crise

Dom Murilo S.R. Krieger Arcebispo de São Salvador (BA) e Primaz do Brasil
“Acabou!” Com essa breve observação, muitas pessoas descrevem o final de seu casamento. Por trás desse verbo há crises, sofrimentos, desabafos e, não poucas vezes, brigas infindas. Em que lugar foram enterrados os sorrisos do dia do casamento e as promessas de fidelidade “até que a morte nos separe”? Em que fase da vida se desvaneceu a certeza de que “ninguém será mais feliz do que nós dois”? Como entender a amargura que tomou conta de um relacionamento que parecia tão feliz?...
Nenhum casamento termina “de repente”. Especialistas matrimoniais constatam que, normalmente, o caminho da desintegração tem quatro etapas, profundamente interligadas – isto é, cada etapa prepara e praticamente condiciona a seguinte.
Na primeira, começam a surgir comentários negativos, um a respeito do outro. Mais do que se queixar do esposo ou da esposa (a queixa refere-se a um comportamento específico), multiplicam-se críticas que são sempre abertas, indeterminadas, gerais: “Você é um chato!”; “Você está cada vez mais insuportável!”. Há aqueles (ou aquelas) que sofrem calados: não aceitam o comportamento do companheiro, mas não verbalizam isso. O problema é que vão acumulando raiva em seu coração. Quando resolvem falar, não medem as palavras. As agressões – verbais ou de fato – parecem ser de inimigos mortais. Agora, o importante é humilhar o outro, para ficar claro que não há mesmo possibilidade alguma de reconciliação.
Para não se chegar a esse ponto, é preciso cultivar o diálogo. Mais do que escutar o outro, é importante ter a capacidade de se colocar no lugar dele, para ver o problema “do outro lado”. Um casal me confidenciou que, ao se casarem, tomaram uma decisão que marcou suas vidas: prometeram um ao outro que jamais dormiriam sem, antes, solucionar os problemas que pudessem ter surgido entre eles durante o dia. “Solucionar”, no caso, significava cultivar o perdão como atitude habitual. O perdão será menos difícil se cada um, em vez de atacar o outro de forma generalizada, chamar a atenção para erros concretos e para comportamentos que precisam ser corrigidos.
Na segunda etapa, cresce o desprezo pelo outro. Desprezar é uma forma de ignorar, de insultar, de ferir. O desprezo vem sempre acompanhado da implicância, dos insultos, da ridicularização. O objetivo a alcançar é a destruição do outro. O importante é sair vencedor.
Só se supera essa etapa quando ao menos um dos dois aceita não ver o outro como um inimigo, e passa a acreditar que não precisa provar que é o mais forte. “Quando estou fraco, então é que sou forte” (2Cor 12,10), diria o apóstolo Paulo.
Na terceira etapa, quem foi vítima de desprezo começa a se defender. Impõe-se a ideia de que a melhor defesa é o ataque. Ninguém mais escuta ninguém. Acabou-se a comunicação.
Consegue-se cortar essa situação somente com a disposição de escutar o outro, de prestar atenção nele, demonstrando que ele é importante.
Na quarta etapa, domina o mutismo. Um dos dois passa a ficar em silêncio, talvez até com o desejo de não piorar a situação. Mas, nessa hora, não é por aí que se soluciona o problema. É preciso, sim, deixar claro que se está escutando o outro. Ninguém consegue ficar indiferente diante de uma pessoa que lhe dá atenção. Escutar e prestar atenção com um coração pronto a acolher é uma maneira de criar pontes – pontes de diálogo e de perdão, pontes de comunhão.
Por fim, o que poderia ter sido escrito no começo: nos meus mais de quarenta anos a serviço da Igreja, atendendo a inúmeros casais, nunca encontrei um casal que rezasse diariamente, que colocasse Deus no centro de suas vidas e que tenha passado por crises matrimoniais insuperáveis. Para dizer isso de forma positiva, lembro a resposta que uma jovem me deu, quando lhe perguntei como estava a sua vida, já que havia se casado dois anos antes: “Meu marido sabe que eu amo a Deus mais do que a ele. Eu sei que meu marido ama a Deus mais do que a mim. A partir daí, tudo fica mais fácil e tudo se resolve sem grandes dificuldades...”

Fonte: http://www.bethania.com.br/artigos/casais-em-crise

Papa institui comissão de proteção a vítimas de pedofilia

Com a comissão, Francisco dá continuidade à linha adotada por Bento XVI de proteção às crianças vítimas de abusos
Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa institui comissão de proteção a crianças vítimas de pedofiliaO Papa Francisco decidiu criar uma comissão específica para a proteção de crianças vítimas de pedofilia. A informação foi dada em coletiva de imprensa, nesta quinta-feira, 5, sobre o terceiro e último dia de reunião do Papa com o conselho de cardeais que auxilia no governo da Igreja e na reforma da Cúria Romana.
Quem informou sobre a nova comissão foi o Arcebispo Metropolitano de Boston (EUA) e membro do Conselho, Cardeal Seán Patrick O’Malley. Ele esteve na coletiva juntamente com o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
A finalidade da comissão é aconselhar o empenho da Santa Sé na proteção das crianças e na atenção pastoral com as vítimas dos abusos. Especificamente, haverá referências sobre o estado atual dos programas para a proteção da infância, sugestões para novas iniciativas, por parte da Cúria, em colaboração com os bispos, as conferências episcopais e os superiores religiosos.
Cardeal O’Malley explicou que, com a comissão, Francisco dará continuidade à linha adotada pelo Papa emérito Bento XVI e acolherá a proposta do Conselho. Ele disse que Bento XVI já trazia essa questão no coração e Francisco a executou. “Decisão de Papa Francisco está em continuidade com a linha assumida por Bento XVI em relação ao abuso de menores”, disse.
A comissão será de caráter internacional e formada por 12 pessoas, na maioria leigos. “A composição e as competências da comissão serão indicadas, em breve, com maiores detalhes pelo Santo Padre com documento apropriado”, informou Dom O’Malley.

O primeiro passo para o perdão


Quarta-Feira, 05 de fevereiro 2014

O primeiro passo para o perdão

Há necessidade de confessarmos os nossos pecados para sermos perdoados.

O início do processo da confissão dos pecados está no reconhecimento de nossas falhas. Infelizmente, é difícil para nós reconhecer os nossos pecados. Damos muitas desculpas. Outras vezes, ficamos com vergonha, temos medo de contar nossas falhas.

Confessar significa colocar às claras, dar testemunho, reconhecer as nossas faltas. Quando reconhecermos nossos erros e nos arrependermos deles, a misericórdia do Pai nos alcançará.




Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Entrevista completa de Dom Tomasi sobre relatório da ONU

Leia entrevista completa do Observador da Santa Sé na ONU sobre o relatório divulgado hoje pelo Comitê de Direitos da Infância
Rádio Vaticano
Tradução: Liliane Borges
Entrevista completa de Dom Tomasi sobre relatório da ONU
Relatório da ONU parece não ser atualizado, tendo em conta o que nos últimos anos tem sido feito em nível da Santa Sé e em vários países, diz Dom Tomasi (Foto: news.va)
O observador permanente da Santa Sé, Dom Silvano Tomasi, concedeu uma entrevista à Rádio Vaticano, nesta quarta-feira, 5, sobre o relatório do Comitê de Direitos da Infância, ligado à ONU. O documento faz críticas ao Vaticano, referentes às medidas de proteção às crianças e às ações diante dos casos de abuso sexual.
O arcebispo qualificou o relatório como negativo e privado de clareza.  E afirmou que não houve concordância entre o que a Santa Sé declarou e as conclusões do Comitê.
Reportamos abaixo a entrevista na íntegra:
Repórter: Como a Santa Sé reagiu a essas acusações?

Dom Tomasi – O Comitê da Convenção sobre os Direitos da Criança foi publicado oficialmente hoje e  suas conclusões e recomendações para os  países que foram analisados ​​durante esta 65 ª sessão e que são:  Congo, Alemanha, Santa Sé, Portugal, Federação Russa e Iêmen.
A primeira impressão: temos que esperar, ler atentamente e e analisar de modo detalhado o que escreveram os membros desta Comissão. Mas a primeira reação é de surpresa, porque o aspecto negativo do documento que eles produziram é que parece que já havia sido preparado antes da reunião da Comissão com a Delegação da Santa Sé, que deu detalhadamente respostas precisas sobre  vários pontos , que não foram, relatadas neste documento conclusivo, ou pelo menos não parece ter sido levado em séria consideração.
Na verdade, o documento parece não ser atualizado, tendo em conta o que nos últimos anos tem sido feito em  nível da Santa Sé, com as medidas tomadas diretamente pelo Estado da Cidade do Vaticano e, em seguida, em vários países pelas Conferências Episcopais.
Portanto, falta a prospectiva correta e atualizada, que possui realmente uma série de mudanças para a proteção das crianças, que me parece difícil de encontrar,  no mesmo nível de compromisso, em outras instituições ou até mesmo de outros Estados. Isto é simplesmente uma questão de fatos, de evidência, que não podem ser distorcidos!
Repórter – Como responder de modo preciso as acusações do Comitê da ONU?
Dom Tomasi – Não se pode em dois minutos, certamente, responder a todas as afirmações feitas – algumas muito incorretas – no documento conclusivo do Comitê.
A Santa Sé responderá, porque é um membro, um Estado parte da Convenção: ratificado e tem a intenção de observar o espírito e a letra da Convenção, sem acréscimos ideológicas ou imposições que estejam  fora da própria Convenção.
Por exemplo, a Convenção sobre a proteção das crianças em seu preâmbulo, fala da defesa da vida e da proteção das crianças, antes e após o nascimento, enquanto a recomendação que é feita para a Santa Sé, é mudar sua posição sobre a questão do aborto! É claro que, quando uma criança é morta não tem mais direitos! Então, essa me parece uma contradição real com os objetivos fundamentais da Convenção, que é o de proteger as crianças.
Esta Comissão não fez um bom serviço para as Nações Unidas, tentando introduzir e pedir à Santa Sé para mudar o seu ensinamento que não é negociável! Portanto,  é um pouco triste ver que o Comitê não compreendeu completamente a natureza e as funções da Santa Sé, que, embora tenha expressado claramente ao Comitê a sua decisão de levar adiante os requisitos da Convenção sobre os Direitos da Criança, mas definindo com precisão e protegendo em primeiro lugar  aqueles valores fundamentais que fazem a proteção real e eficaz da criança.
Repórter – A ONU disse em um primeiro momento que o Vaticano havia respondido melhor que outros países sobre a proteção dos menores. O que mudou ?
Dom Tomasi – Na introdução do relatório conclusivo é reconhecida a clareza das respostas enviadas; não foi evitada nenhuma pergunta feita pela Comissão, com base na evidência disponível, e quando não havia uma informação imediata, foi  prometido fornecê-la no futuro, de acordo com as diretrizes da Santa Sé, e como fazem todos os governos. Então, parecia um diálogo construtivo, e eu penso que deva permanecer assim.
Portanto, dada a impressão obtida com o diálogo direto da Delegação da Santa Sé com a Comissão e o texto das conclusões e recomendações, vem a tentação em dizer que provavelmente o texto  já havia sido escrito e que não reflete os pontos e a clareza, mas sim adições precipitadas, do que já havia acontecido. Portanto, devemos, com serenidade e com base em evidências – porque não temos nada a esconder! -  levar adiante as explicações e posições da Santa Sé, responder às perguntas que ainda permanecem, de modo que o objetivo fundamental que se quer alcançar – a proteção das crianças – possa ser alcançado.
Se fala de 40 milhões de casos de abuso de crianças no mundo, mas, infelizmente, alguns desses casos – embora muitos pequenos em comparação com tudo o que está acontecendo no mundo – dizem respeito à pessoas da Igreja. E a Igreja respondeu, reagiu e continua a fazê-lo! Devemos insistir nesta política de transparência,  de não tolerância dos abusos, porque um só caso de abuso de uma criança, é algo muito sério!
Repórter – Portanto, o que pode ter acontecido?
Dom Tomasi – Provavelmente as Organizações não-governamentais – que têm interesses sobre a homossexualidade, sobre o casamento gay e outras questões – tiveram certamente apresentaram suas observações e, de algum modo, reforçaram  uma linha ideológica.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/entrevista-completa-de-dom-tomasi-sobre-relatorio-da-onu/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=entrevista-completa-de-dom-tomasi-sobre-relatorio-da-onu

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Papa critica poder, luxo e dinheiro; pede compartilhamento

O papa voltou a criticar o poder, o luxo e o dinheiro que se transformam em ídolos e que impedem a distribuição justa das riquezas
Papa Francisco capaO papa Francisco voltou nesta terça-feira a criticar o “o poder, o luxo e o dinheiro que se transformam em ídolos” e que impedem a “distribuição justa das riquezas” e convidou os católicos à sobriedade e a compartilhar.
É o que se lê na mensagem do papa argentino para a Quaresma – o período anterior à Semana Santa – que foi apresentado hoje pelo Vaticano e cujo tema principal é a pobreza material e espiritual.
“Quando o poder, o luxo e o dinheiro se transformam em ídolos, se antepõem à exigência de uma distribuição justa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se transformem à justiça, à igualdade, à sobriedade e ao compartilhar”.
Além disso, Francisco expressou sua preocupação com a que chamou miséria moral, e que “consiste em se tornar escravo do vício e do pecado”.
“Quantas famílias vivem angustiadas porque algum de seus membros – frequentemente jovem – tem dependência do álcool, das drogas, do jogo ou da pornografia!”, lamentou o pontífice de Buenos Aires.
Francisco também denunciou que tantas pessoas “se vejam obrigadas a viver essa miséria por condições sociais injustas, por falta de um trabalho, o que lhes priva da dignidade que dá levar o pão a casa, por falta de igualdade e respeito aos direitos à educação e à saúde”.
“Nesses casos a miséria moral bem poderia se chamar suicídio incipiente. Essa forma de miséria, que também é causa de ruína econômica, sempre vai de mãos dadas com a miséria espiritual, que vivemos quando nos afastamos de Deus e rejeitamos seu amor”.
O papa concluiu que “o Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual” e então pediu aos católicos “seguir e imitar Jesus, que foi em busca dos pobres e dos pecadores como o pastor com a ovelha perdida, e o fez cheio de amor. Unidos a Ele, podemos abrir com coragem novos caminhos de evangelização e promoção humana.”
Para o papa, a Quaresma é adequada para “nos perguntarmos de que podemos nos privar a fim de ajudar e enriquecer outros com nossa pobreza.”
O pontífice destacou que, no entanto, que “a verdadeira pobreza dói” e que “não é válido um despojamento sem essa dimensão penitencial”.
“Desconfio da esmola que não custa e não dói”, afirmou.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Missa com a benção das gargantas, hoje na paróquia N. S. da Penha.


Deus age por meio da humildade

Davi, quando foi ungido, era o menor dos irmãos; e nem mesmo Samuel imaginava que seria ele o escolhido do Senhor. Samuel queria ungir o filho mais velho, pois este era mais bonito e mais forte, mas Deus lhe disse: “Não, Samuel, vá devagar, porque os homens veem a aparência, mas eu vejo o coração”.

Samuel teve de aprender. Não foi nenhum daqueles irmãos que o Senhor escolheu, mas sim o último, o que o profeta nem imaginava que existisse, que Deus mandou ungir. Talvez você seja um “vasinho” como Davi, mas é com você que o Todo-poderoso quer agir. Ele pode transformá-lo.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova