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Mensagem do dia.. - por: Leonardo barreto


Um coração que está em Deus não se corrompe e é fiel à seus princípios, ou vc está em Deus ou não está a matemática é simples assim...

Evangelho do dia - 07/05/2015

Evangelho (Jo 15,9-11)

O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

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domingo, 13 de abril de 2014

Vivamos a Semana Santa com o coração aberto




Neste domingo, 13, a Quaresma é encerrada com a celebração do Domingo de Ramos, quando os católicos participam da primeira celebração litúrgica do tempo mais importante para a Igreja. Nesse dia os fiéis são convidados a refletir sobre a entrada de Jesus, em Jerusalém, para realizar sua Páscoa. Na liturgia deste dia estão presentes três símbolos: os ramos, a procissão e a proclamação do Evangelho da Sexta-feira da Paixão.
CLIQUE NA IMAGEM E VEJA INFOGRÁFICO SOBRE A SEMANA SANTA
Foto: Nelson/Canção Nova


.: O Domingo de Ramos lembra o projeto de Jesus

Nos dias seguintes os fiéis vivem um semana repleta de espiritualidade com todas as celebrações litúrgicas da Semana Santa. Na quarta-feira, em muitas comunidades, os cristãos participam da Procissão de Encontro e do Sermão das Sete Palavras.

A Procissão do Encontro narra o encontro de Nossa Senhora das Dores e o Senhor dos Passos, marcando o trecho bíblico em que Maria se depara com seu Filho carregando a cruz a caminho do calvário. As imagens são carregadas por homens e mulheres que se dividem: de um lado os homens carregam a imagem de Nosso Senhor, e de outro, as mulheres trazem a imagem da Virgem Dolorosa. No momento do encontro entre as duas imagens, o sacerdote realiza a meditação do Sermão das Sete Palavras, sendo os últimos ensinamentos deixados por Jesus antes de sua Morte.
.: O Sermão das Sete Palavras de Cristo na Cruz

Com o início do Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-feira Santa, Sexta-feira da Paixão e o Sábado de Santo, os cristãos são convidados a experimentar um clima de oração e meditação, fazendo memória à Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.

A Quinta-feira Santa, tradicionalmente conhecida pelos fiéis como a Missa do Lava-pés, recorda o momento em que Jesus se encontra com os discípulos para a Última Ceia. Esta cerimônia marca a instituição do ministério sacerdotal e a instituição da Eucaristia, momento em que Jesus transforma o pão e o vinho em seu Corpo e Sangue.

.: Quinta-feira Santa, Cristo inaugurou um novo sacerdócio

“Que a celebração desta Eucaristia possa incendiar o seu coração de amor por Jesus. A Eucaristia é serviço, é doação, e celebrando este mistério, se atualiza a Paixão de Nosso Senhor e também nossa. Que a partir desta noite você abra o coração e seus ouvidos: 'Isto é o meu corpo, isto é o meu sangue', para que este amor seja reavivado no seu coração pela Santa Eucaristia”, convidou padre Roger Luís, missionário da Comunidade Canção Nova.

Os fiéis devem deixar a celebração em silêncio, pois todas as manifestações de alegria e de festa são cessadas até a Vigília Pascal. Ocorre a desnudação do altar, quando todas as toalhas são retiradas e as imagens e cruzes são cobertas como sinal de respeito pelo sofrimento de Jesus, despojando-nos de tudo aquilo que pode simbolizar a alegria.

.: Sexta-feira da Paixão, mistério de amor


Na Sexta-feira Santa não há a celebração da Santa Missa, apenas a celebração da Palavra e a veneração da Santa Cruz, um momento muito simbólico e expressivo deste dia. A cruz é apresentada solenemente à comunidade pelo sacerdote, que canta três vezes a aclamação: "Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ò vinde adoremos".

.: Significado do beijo na Cruz na Sexta-feira Santa

Durante todo o Sábado Santo os fiéis são convidados a continuar meditando sobre a Paixão e Morte de Jesus Cristo e, à noite, a participar da Vigília Pascal, momento em que celebramos a bênção do fogo novo, quando o círio pascal é aceso, simbolizando a Ressurreição de Jesus Cristo.

.: Sábado Santo, aguardemos a Ressurreição do Senhor

Domingo de Ramos


 

A espiritualidade do Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja
A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, cuja liturgia celebra a entrada de Jesus Cristo, em Jerusalém, montado em um jumentinho (o símbolo da humildade), que é aclamado pelo povo simples. As pessoas O aplaudiam como “Aquele que vem em nome do Senhor”; esse mesmo povo que O viu ressuscitar Lázaro de Betânia, poucos dias antes, estava maravilhado e tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas. Porém, pareciam ter se enganado no tipo de Messias que o Senhor era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de Roma e lhes devolver o apogeu dos tempos de Davi e Salomão.

Para deixar claro a esse povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, Cristo entrou na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena, pois Ele não é um rei deste mundo!

Dessa forma, o Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de “Hosana” com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Hosana quer dizer “salva-nos!”.

Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que ela é desvalorizada e espezinhada.

Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Santa Missa [do Domingo de Ramos], lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente. Mostra-nos que a nossa pátria não é neste mundo, mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda pela casa do Pai.


A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora Lhe vira as costas e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse dia [Domingo de Ramos]!

O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o Seu Reino, de fato, não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado.

A muitos o Senhor decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. “Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador e merece a cruz por nos ter iludido”, pensaram. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.

O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que, hoje, é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um Cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera, como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.
Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br

sábado, 5 de abril de 2014

Precisamos eliminar o nosso orgulho e aceitar a Luz de Deus

A Palavra de Deus molda, forma, restaura e renova aqueles que se abrem para acolhê-la, mas quem se fecha no seu orgulho e na sua obstinação permanece velho, acabado, permanece na escuridão e nas trevas, porque não aceita que a Luz de Deus o renove a cada dia.

Nós estamos acompanhando, na Palavra de Deus, a tramoia que um grupo de judeus está fazendo para eliminar Jesus, o que eles querem é justamente isto: prender Jesus e impedi-Lo de continuar agindo, pregando e manifestando o Reino de Deus no meio do povo. Uma vez,  prendendo-O, passam a julgá-Lo e condená-Lo para, assim, levá-Lo à morte.
E por que eles querem isso? Porque Jesus é o justo injustiçado; porque Jesus é aquele que veio trazer a verdade e esta não é aceita e não é acolhida. Por isso, de algum modo, aqueles que se sentem incomodados com a verdade e com a pregação do Senhor precisam dar um jeito de eliminá-Lo.
Jesus não acusa ninguém, Ele apenas anuncia a verdade; e esta, uma vez pregada e anunciada, causa incômodo, causa reflexão e o desejo de tomarmos alguma iniciativa para que nós possamos mudar as nossas atitudes.
É verdade que, assim como o grupo de judeus se rebelou, não aceitou e planejou, de fato, eliminar Jesus; nos dias de hoje, muitos ainda se opõem à pregação da verdade, à pregação do Evangelho, se opõem a Jesus. Mais ainda: muitos de nós, por orgulho, por obstinação e por falta de humildade, não somos capazes de aceitar a correção fraterna; não somos capazes de aceitar que outros nos corrijam, que a Palavra de Deus nos corrija e oriente a nossa vida e nos dê a direção de como devemos viver.
Nós, muitas vezes, ficamos chateados, revoltados; nós nos viramos contra pessoas que queriam o nosso bem, porque o nosso orgulho foi muito maior do que a nossa capacidade de reflexão. Pode até ser que os outros usaram de métodos errados para nos corrigir, mas não nos custa nada olhar para dentro de nós e perceber onde os nossos gestos, as nossas atitudes e  o nosso modo de viver não estão de acordo com a verdade, de acordo com a caridade e de acordo com a retidão de vida.
Nós não precisamos eliminar ninguém da nossa vida porque este tenta nos orientar e nos mostrar o caminho da vida; o que nós precisamos é eliminar o nosso orgulho, o nosso jeito obstinado de querer viver e de não aceitarmos ser corrigidos.
A Palavra de Deus molda, forma, restaura e renova aqueles que se abrem para acolhê-la; contudo, quem se fecha no seu orgulho e na sua obstinação permanece velho, acabado e permanece na escuridão e nas trevas, porque não aceita que a Luz de Deus o renove a cada dia.
Deus abençoe você!

quarta-feira, 26 de março de 2014

Salvação é dom para se receber com coração humilde, diz Papa

Na Solenidade da Anunciação, Francisco falou da necessidade de ter um coração humilde para se aproximar de Deus e receber a salvação
Da Redação, com Rádio Vaticano
Salvação é dom para se receber com coração humilde, diz PapaO Senhor está em caminho conosco para amolecer o nosso coração, afirmou o Papa Francisco na Missa desta terça-feira, 25, na Casa Santa Marta. Na solenidade da Anunciação, o Santo Padre destacou que somente com um coração humilde como o de Maria se pode aproximar de Deus. A salvação, então, não se compra e não se vende: é um presente.
Para onde nos leva a soberba do coração? Papa Francisco desenvolveu a sua homilia concentrando-se em Adão e Eva que, cedendo à sedução de satanás, acreditaram ser como Deus. Aquele “orgulho suficiente” foi tanto que se afastaram do Paraíso. Mas Deus não os deixou caminhar sozinhos e faz a eles uma promessa de redenção.
“O Senhor acompanhou a humanidade neste longo caminho. Fez um povo. Estava com ele. E aquele caminho que começou com uma desobediência acabou com uma obediência”, disse o Papa referindo-se a Maria, que deu o seu ‘sim’ a Deus.
Francisco explicou que Deus caminha com o Seu povo com tanta ternura para amolecer o coração do homem, a fim de que este receba a promessa que Ele fez no Paraíso. Por um homem entrou o pecado no mundo; por outro homem veio a salvação. Este caminho tão longo, segundo o Papa, ajudou o homem a ter um coração mais humano, mais próximo a Deus, não tão orgulhoso, não tão suficiente. Hoje, a liturgia fala da obediência, da docilidade à Palavra de Deus.
“A salvação não se compra, não se vende; é um presente. É gratuita. Não podemos nos salvar por nós mesmos, a salvação é um presente, é totalmente gratuito (…) Para entrar em nós, esta salvação pede somente um coração humilde, um coração dócil, um coração obediente como o de Maria”.
O Santo Padre enfatizou o caminho de humildade, o que significa, simplesmente, dizer: “eu sou homem, eu sou mulher e o Senhor é Deus”, e seguir adiante na presença de Deus.
“Olhemos para o ícone de Eva e Adão, olhemos para o ícone de Maria e Jesus, olhemos o caminho da história com Deus que caminha com o Seu povo. E digamos: ‘Obrigado! Obrigado, Senhor, porque, hoje, Tu dizes a nós que nos deu a salvação’. Hoje, é um dia para dar graças ao Senhor”.

sábado, 22 de março de 2014

Não importa se está desanimado ou em pecado, o Senhor trabalha também em nossos erros, pois mesmo errado porém com o coração abertro a Deus, ele faz novas todas as coisas, e não é preciso ser perfeito para ser de Deus e ser abençoado por Ele, o importante é deixar livre acesso a Deus...

Jesus quer fazer milagres na sua vida


 

Meus irmãos, é preciso que os acontecimentos difíceis da nossa vida não anulem a nossa fé.

Graças a Deus, Jesus veio em auxílio da fé de Seus apóstolos. O Senhor apareceu para eles, e eles pensaram que estavam vendo fantasma. Quantas pessoas estão vendo assombração em vez de ver Jesus nas situações! Por causa dos problemas, nossa fé está sendo anulada. "Não estou sabendo anular os meus problemas. Senhor, cure as raízes da minha fé. Que a Sua luz ilumine os meus passos".

Jesus lhe diz hoje: "Eu não pulo para fora dos seus problemas, não. Por causa deles, eu estou mais presente ainda".

"Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho". (cf. Lucas 24,38-39)

É este trato que Jesus quer nos dar. Se você precisa de prodígios e milagres para tocar em Jesus, Ele está disposto a dá-los a você. Mas quanta gente já viu milagres do Senhor em si, na sua família, mas não acredita neles.

O Senhor vem em nosso auxílio e dá um trato na nossa fé, como fez com os apóstolos.

terça-feira, 11 de março de 2014

Mensagem do dia 09/03/2014

Recomeçar é mais que dá um novo sentido a vida, é reaprender que a vida tem limites e o que era certeza volta a ser desafio, é aprender que tudo o que temos é dom de Deus e que é necessário dar valor ao que se tem hoje por uqe o mesmo para amanhã é dúvida, porém em Deus a vitória é certa...

Leonardo barreto

domingo, 9 de março de 2014

Vale a pena rir e refletir !!!


Para refletir e seguir em frente...

"Um dia, um burro caiu num poço e não podia sair dali. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Chamou então os ...............seus vizinhos para o ajudar a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro entendeu o que estavam a fazer e chorou desesperadamente. Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali. A vida vai atirar muita terra para cima de ti. Principalmente se já estiveres dentro de um poço. Cada um dos nossos problemas pode ser um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos buracos mais profundos se não nos dermos por vencidos. Usa a terra que te atiram para seguir em frente"

Mensagem do dia - 07/03/2014

As vezes a demanda por aguá que o rio fornece é maior que a fonte que abastece o rio, essa é a sensação dos que sofrem e não veem saída, mas é preciso crer que Deus é quem renova nossas forças durante toda manhã e nós tudo podemos Nele e por Ele...

Leonardo barreto

quinta-feira, 6 de março de 2014

Papa destaca Quaresma como tempo forte para conversão

Santo Padre enfatizou que a Quaresma deve ser vivida como renovação pessoal e comunitária, mediante adesão confiante ao Evangelho
Jéssica Marçal, com Rádio Vaticano
Da Redação
Papa destaca Quaresma como tempo forte para conversãoNa catequese desta quarta-feira, 5, Papa Francisco falou sobre o Tempo da Quaresma que a Igreja inicia, hoje, com a Quarta-Feira de Cinzas. Trata-se de um período de preparação para a Páscoa, um tempo, segundo o Pontífice, para a conversão.


Francisco explicou que, neste tempo quaresmal, a Igreja nos convida a duas ações em especial: ter uma consciência mais viva da obra redentora de Cristo e viver com mais empenho o próprio batismo.
Segundo ele, a consciência acerca das maravilhas que o Senhor fez para a salvação do homem dispõe a mente e o coração humano para uma atitude de gratidão a Deus por tudo o que Ele fez. “Quando nós vemos este amor que Deus tem por nós, sentimos vontade de nos aproximar d’Ele, e esta é a conversão”.
Sobre o maior empenho em relação ao próprio batismo, Francisco destacou que isso nos leva também a não nos habituarmos às situações de miséria na qual se encontra as cidades e os países. Segundo ele, o homem se habitua, até mesmo, a viver em uma sociedade em que os pais não ensinam o sinal da cruz aos filhos. Ele questionou, então, sobre a situação das crianças, se já sabem fazer o sinal da cruz, rezar o Pai-Nosso e a Ave-Maria. “Pensem e respondam vocês. Esse costume a comportamentos não cristãos e de comodismo narcotiza o nosso coração!”.
O Pontífice destacou ainda que a Quaresma é um tempo propício para mudarmos a rota, recuperarmos a capacidade de reagir diante da realidade do mal que sempre nos desafia. É um tempo para ser vivido como renovação pessoal e comunitária mediante a aproximação de Deus e a adesão confiante ao Evangelho.
“Deste modo, permite-nos também olhar com olhos novos para os irmãos e as suas necessidades. Por isso, a Quaresma é um momento favorável para nos convertermos ao amor para com Deus e para com o próximo; um amor que saiba fazer propriamente a atitude de gratuidade e de misericórdia do Senhor”.
Por fim, o Papa elencou os elementos essenciais para viver a Quaresma: dar graças a Deus pelo mistério do Seu amor crucificado, ter fé autêntica, converter-se e abrir o coração aos irmãos. Ele encerrou a catequese pedindo a proteção e a ajuda da Virgem Maria para que acompanhe os fiéis nestes dias de intensa oração e penitência.

fonte: http://papa.cancaonova.com/papa-destaca-quaresma-como-tempo-forte-para-conversao/

terça-feira, 4 de março de 2014

Dinheiro impede muitos jovens de seguir Jesus, afirma Papa

O Pontífice afirmou que atualmente muitos jovens chamados ao seguimento de Jesus não conseguem corresponder, pois estão “presos ao dinheiro”
Liliane Borges
Da Redação, com Rádio Vaticano
Dinheiro impede muitos jovens de seguir Jesus, afirma Papa
Francisco pede orações pelas vocações / Foto: L ´Osservatore Romano
“Rezar pelas vocações para que Deus mande sacerdotes e religiosas com o coração entregue a Ele, livres da idolatria da vaidade, do poder e do dinheiro”, foi a exortação do Papa Francisco durante a homilia nesta segunda-feira, 3, na Casa Santa Marta.
O Pontífice , a partir da liturgia do dia, falou da figura do jovem que apresentou-se a Jesus e perguntou o que era necessário para ser perfeito e a ele é feita a proposta de vender tudo, dar ao pobres e ser discípulo. Porém, o jovem entristeceu-se pois tinha muitos bens, explica o Papa.
“Seu coração inquieto, por causa do Espírito Santo que o impelia a aproximar-se de  Jesus e segui-lo,  era um coração cheio, e ele não teve coragem de esvaziá-lo. Ele fez a escolha: o dinheiro.  Ele era um homem bom, nunca roubou, nunca! Nunca traiu: era dinheiro honesto. Mas seu coração estava preso lá, ele era apegado ao dinheiro e não teve a liberdade de escolher. O dinheiro escolheu por ele”, enfatizou.
Francisco afirma que nos dias de hoje muitos jovens são chamados ao seguimento de Jesus, mas não têm a coragem de deixar tudo e segui-Lo. A alegria – explica o Papa- que a princípio os impulsiona a aproximar-se de Jesus, torna-se tristeza, pois há algo que o paralisa e não os deixa seguir o Mestre.
“Devemos rezar para que o coração destes jovens possa esvaziar-se, esvaziar-se  de outros interesses, outros amores, para que eles sejam livres. E esta é a oração pelas vocações: “Senhor, envie freiras, envie sacerdotes e defenda-os da idolatria, da idolatria da vaidade, do orgulho, da idolatria do poder e do dinheiro”, ensinou Francisco.
Por fim, o Papa pediu orações pelas vocações, de modo que o “Senhor possa entrar nos corações  e dotar-lhes da  alegria indizível daqueles que  seguem Jesus de perto”.

domingo, 2 de março de 2014

Papa fala sobre a quaresma e faz apelo de paz para Ucrânia

Angelus


O Papa Francisco  recordou que a Quaresma “é o caminho de conversão, de luta contra o mal, com as armas da oração, do jejum, da misericórdia”.
Antes do Angelus, o Papa comentou como de costume a liturgia desde domingo. Segundo Francisco esta liturgia evoca “uma das verdades mais reconfortantes: a Providência divina”.  Francisco explicou porém que a providência pode parecer ilusória a quem vive em situação de precariedade ou de miséria, mas que as palavras de Jesus são atuais, e recordam que não se pode servir a dois senhores: Deus e a riqueza.
“Enquanto cada um cuidar de acumular para si, nunca haverá justiça. Se, pelo contrário, confiando na providência de Deus, procurarmos conjuntamente o seu Reino, então não faltará a ninguém o necessário para viver de modo digno”.
“Um coração ocupado pela avidez de possuir é um coração vazio de Deus”, advertiu o Papa. “Num coração possuído pelas riquezas, não há muito lugar para a fé”. O Papa destacou que só dando a Deus o lugar que lhe compete, o primeiro lugar, é que somos levados pelo amor a partilhar os bens com quem precisa, ao serviço de projetos de solidariedade e de desenvolvimento.
“O caminho indicado por Jesus pode parecer pouco realista, em relação à mentalidade comum e aos problemas da crise econômica, mas, pensando bem, conduz-nos à justa escala de valores. Diz Jesus ‘A vida não vale mais do que o alimento, mais do que a roupa?’ Para fazer com que a ninguém falte pão, água, roupa, casa, trabalho, saúde, é preciso que todos nos reconheçamos filhos do Pai que está nos céus, e portanto irmãos entre nós, e nos comportemos em conformidade”.
O Papa concluiu recordando o tema do Dia Mundial da Paz, celebrado 1 de janeiro: “Fraternidade, fundamento e caminho para a paz”, dirigindo o olhar para Nossa Senhora, Mãe da divina providência: A ela confiamos a nossa existências, o caminho da Igreja e da humanidade.
Ucrânia
O Papa Francisco recordou hoje que “a humanidade tem necessidade de justiça, de reconciliação e de paz” e pediu a todos uma atitude de reconciliação e de solidariedade fraterna em relação a “todos os que, nestes tempos, são provados pela indigência e por conflitos armados”.}
Não faltou um apelo à oração pela Ucrânia: “Peço-vos que continueis a rezar pela Ucrânia, que está a viver uma situação delicada. Ao mesmo tempo que faço votos de que todas as componentes do país se empenhem em superar as incompreensões e em construir conjuntamente o futuro da Nação, dirijo à comunidade internacional um premente apelo para que apoie toda e qualquer iniciativa a favor do diálogo e da concórdia”.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Papa canonizará beato Anchieta no início de abril

Arcebispo de Aparecida concedeu entrevista nesta quinta-feira e informou sobre a canonização do apóstolo do Brasil

Papa canonizará beato Anchieta no início de abril
Fonte: Blog sobre José de Anchieta
O Beato José de Anchieta, apóstolo do Brasil, será declarado Santo pelo Papa Francisco no início do próximo mês de abril. A informação foi dada nesta quinta-feira, 27, pelo arcebispo de Aparecida e Presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno, durante entrevista nos estúdios da Rádio Vaticano.
“José de Anchieta deixou marcas profundas no início da colonização do Brasil, como também na sua evangelização. Eu creio que ele merece ser cultuado por toda a Igreja”, disse.
Dom Raymundo esteve com o Papa esses dias para falar sobre o beato José de Anchieta. Segundo ele, a canonização será feita de forma equipolente, ou seja, uma cerimônia mais simples, menos solene e que consiste na assinatura de um decreto pelo próprio Papa Francisco, em que ele declara santo o beato José de Anchieta.
Sobre o porquê de não ser realizada uma grande cerimônia na Praça São Pedro para a canonização do beato, Dom Damasceno explica que foi uma decisão do próprio Papa. “Ele quis uma cerimônia mais simples, discreta, mas tem o mesmo valor, evidentemente, que quando a canonização é feita de modo mais solene”.
A canonização será comemorada com uma Missa celebrada pelo Papa Francisco e com a presença de bispos e representantes do povo canadense e do Brasil. Isso porque, segundo Dom Damasceno, a canonização de padre José de Anchieta será feita junto com outros dois beatos canadenses importantes para a história da Igreja no Canadá.
“Depois, nós pretendemos também celebrar de uma forma mais solene, agradecendo a Deus pelo dom desse santo para nós no Brasil, na Assembleia dos Bispos, em Aparecida (SP), quando vamos realizar a próxima Assembleia geral no final de abril, começo de maio. Será uma celebração nacional, com a presença, portanto, de todo o episcopado e convidados especiais. Depois, cada Estado fará também a sua celebração solene e com grande participação do povo, sobretudo aqueles estados que têm muito a ver com a vida de Anchieta”.
O Cardeal também informou que se pretende fazer uma celebração mais restrita no Colégio Pio Brasileiro, em Roma, mas ainda não há uma data estabelecida, porque depende da agenda do Papa. O Santo Padre já aceitou um convite para visitar o Colégio, que vai comemorar 80 anos em 3 de abril. Segundo Dom Damasceno, os jesuítas estão deixando a direção do colégio, que será assumida pela CNBB

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Na catequese, Papa fala da Unção dos Enfermos

Francisco lembrou que a Unção dos Enfermos é o sacramento da compaixão de Deus com o sofrimento humano

Da Redação, com Rádio Vaticano

Na catequese, Papa fala da Unção dos Enfermos
Francisco na catequese desta quarta-feira, 26 / Foto: Reprodução CTV
Unção dos Enfermos. Este foi o sacramento sobre o qual o Papa Francisco refletiu na catequese desta quarta-feira, 26, na Praça São Pedro. Trata-se do sacramento da compaixão de Deus com o sofrimento do homem no momento da doença e da velhice, explicou o Santo Padre.
Francisco recordou que Jesus ensinou seus discípulos a terem sua mesma predileção pelos enfermos e necessitados, confiando-lhes a tarefa de atendê-los em Seu nome por meio deste sacramento.
“Que alegria saber que nos momentos de dor não estamos sozinhos, o sacerdote e a comunidade cristã, reunida junto ao que sofre, alimentam sua fé e sua esperança”, disse.
Nesse contexto de ajuda e compaixão para com os doentes, o Pontífice citou como exemplo a parábola do Bom Samaritano, que cuidou de um homem sofredor que encontrou pelo caminho. O Bom Samaritano cuidou das feridas do homem e depois confiou-o a um hospedeiro, sem pensar nos gastos, para que continuasse cuidando dele.
“Ora, quem é este hospedeiro? É a Igreja, a comunidade cristã, somos nós, aos quais todos os dias o Senhor Jesus confia aqueles que estão aflitos, no corpo e no espírito, para que possamos continuar a derramar sobre eles, sem medida, toda a Sua misericórdia e a Sua salvação”.
Aos que consideram o sofrimento e a doença como um tabu, o Papa lembrou que Jesus mostra, com a Unção dos Enfermos, que o ser humano pertence a Ele. Nesse sentido, este sacramento, considerado em verdade, é a presença de Jesus próximo ao doente.
“Cristo nos toma pela mão e nos lembra que pertencemos a Ele e que nada, nem ninguém, nenhum mal, nem sequer a morte poderá nos separar Dele”.
No momento das saudações, Francisco dirigiu algumas palavras aos peregrinos de língua portuguesa. “Em cada um dos sacramentos da Igreja, Jesus está presente e nos faz participar da sua vida e da sua misericórdia. Procurem conhecê-Lo sempre mais, para poderem servi-Lo nos irmãos, especialmente nos doentes. Sobre vós e sobre vossas comunidades, desça a benção do Senhor!”.

Fonte: http://papa.cancaonova.com/na-catequese-papa-fala-da-uncao-dos-enfermos/

Mensagem do dia -24/02/2014

Não existe amor sem sofrimento, o amor é doação é querer o melhor para o outro, é se entragar e amor não é questão de sentimento, mas de decisão, igual a fé ou o perdão vai além do que sentimos e queremos é decisão.

Leonardo barreto.

domingo, 23 de fevereiro de 2014