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Mensagem do dia.. - por: Leonardo barreto


Um coração que está em Deus não se corrompe e é fiel à seus princípios, ou vc está em Deus ou não está a matemática é simples assim...

Evangelho do dia - 07/05/2015

Evangelho (Jo 15,9-11)

O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Evangelho do dia...

Evangelho (Mc 6,30-34)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 30os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado. 31Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer. 32Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. 33Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles. 34Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Menino enfrenta enchente em Bangladesh para salvar filhote de cervo

Pré-adolescente corajoso foi aplaudido por moradores após nadar em rio em fúria segurando animal com apenas uma de suas mãos; internautas estão nomeando garoto como "herói"

enchente_cervo01_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)

Belal é o nome do novo herói de Noakhali, em Bangladesh. O pré-adolescente arriscou sua própria vida ao enfrentar uma enchente na região para salvar um filhotinho de cervo.
O menino nadou no rio em fúria segurando o animal com apenas uma de suas mãos.
O fotógrafo Hasibul Wahab registrava os estragos causados pela enchente quando flagrou a atitude do jovem. Nas imagens, Belal aparece apenas com o braço para fora da água.
Ao atravessar o rio, salvar o bichinho e ainda sobreviver, o menino foi aplaudido por moradores que acompanharam o resgate. "O ato de coragem deste garoto foi fenomenal", disse o fotógrafo.
Divulgadas na rede social Imgur, as imagens estão sendo compartilhadas por milhares de internautas como "Belal, o herói".
A sequência de fotos abaixo mostra o resgate do cervo:
enchente_cervo02_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)


enchente_cervo03_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)


enchente_cervo04_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)


enchente_cervo05_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)
Fonte : http://revistagloborural.globo.com/Colunas/planeta-bicho/noticia/2014/02/fotos-menino-enfrenta-enchente-em-bangladesh-para-salvar-filhote-de-cervo.html

Fica aqui uma pergunta: Vale a pena correr esse risco?

O que falta hoje no ser humano é justamente o que esse menino fez em minha opinião: Colocar-se no lugar do outro, pois de que vale minha vida se eu não entrega-la ao meu próximo, esse menino prova que o amor a vida vence qualquer correnteza contrária.

Leonardo Barreto.
 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Casais em crise

Dom Murilo S.R. Krieger Arcebispo de São Salvador (BA) e Primaz do Brasil
“Acabou!” Com essa breve observação, muitas pessoas descrevem o final de seu casamento. Por trás desse verbo há crises, sofrimentos, desabafos e, não poucas vezes, brigas infindas. Em que lugar foram enterrados os sorrisos do dia do casamento e as promessas de fidelidade “até que a morte nos separe”? Em que fase da vida se desvaneceu a certeza de que “ninguém será mais feliz do que nós dois”? Como entender a amargura que tomou conta de um relacionamento que parecia tão feliz?...
Nenhum casamento termina “de repente”. Especialistas matrimoniais constatam que, normalmente, o caminho da desintegração tem quatro etapas, profundamente interligadas – isto é, cada etapa prepara e praticamente condiciona a seguinte.
Na primeira, começam a surgir comentários negativos, um a respeito do outro. Mais do que se queixar do esposo ou da esposa (a queixa refere-se a um comportamento específico), multiplicam-se críticas que são sempre abertas, indeterminadas, gerais: “Você é um chato!”; “Você está cada vez mais insuportável!”. Há aqueles (ou aquelas) que sofrem calados: não aceitam o comportamento do companheiro, mas não verbalizam isso. O problema é que vão acumulando raiva em seu coração. Quando resolvem falar, não medem as palavras. As agressões – verbais ou de fato – parecem ser de inimigos mortais. Agora, o importante é humilhar o outro, para ficar claro que não há mesmo possibilidade alguma de reconciliação.
Para não se chegar a esse ponto, é preciso cultivar o diálogo. Mais do que escutar o outro, é importante ter a capacidade de se colocar no lugar dele, para ver o problema “do outro lado”. Um casal me confidenciou que, ao se casarem, tomaram uma decisão que marcou suas vidas: prometeram um ao outro que jamais dormiriam sem, antes, solucionar os problemas que pudessem ter surgido entre eles durante o dia. “Solucionar”, no caso, significava cultivar o perdão como atitude habitual. O perdão será menos difícil se cada um, em vez de atacar o outro de forma generalizada, chamar a atenção para erros concretos e para comportamentos que precisam ser corrigidos.
Na segunda etapa, cresce o desprezo pelo outro. Desprezar é uma forma de ignorar, de insultar, de ferir. O desprezo vem sempre acompanhado da implicância, dos insultos, da ridicularização. O objetivo a alcançar é a destruição do outro. O importante é sair vencedor.
Só se supera essa etapa quando ao menos um dos dois aceita não ver o outro como um inimigo, e passa a acreditar que não precisa provar que é o mais forte. “Quando estou fraco, então é que sou forte” (2Cor 12,10), diria o apóstolo Paulo.
Na terceira etapa, quem foi vítima de desprezo começa a se defender. Impõe-se a ideia de que a melhor defesa é o ataque. Ninguém mais escuta ninguém. Acabou-se a comunicação.
Consegue-se cortar essa situação somente com a disposição de escutar o outro, de prestar atenção nele, demonstrando que ele é importante.
Na quarta etapa, domina o mutismo. Um dos dois passa a ficar em silêncio, talvez até com o desejo de não piorar a situação. Mas, nessa hora, não é por aí que se soluciona o problema. É preciso, sim, deixar claro que se está escutando o outro. Ninguém consegue ficar indiferente diante de uma pessoa que lhe dá atenção. Escutar e prestar atenção com um coração pronto a acolher é uma maneira de criar pontes – pontes de diálogo e de perdão, pontes de comunhão.
Por fim, o que poderia ter sido escrito no começo: nos meus mais de quarenta anos a serviço da Igreja, atendendo a inúmeros casais, nunca encontrei um casal que rezasse diariamente, que colocasse Deus no centro de suas vidas e que tenha passado por crises matrimoniais insuperáveis. Para dizer isso de forma positiva, lembro a resposta que uma jovem me deu, quando lhe perguntei como estava a sua vida, já que havia se casado dois anos antes: “Meu marido sabe que eu amo a Deus mais do que a ele. Eu sei que meu marido ama a Deus mais do que a mim. A partir daí, tudo fica mais fácil e tudo se resolve sem grandes dificuldades...”

Fonte: http://www.bethania.com.br/artigos/casais-em-crise

Papa institui comissão de proteção a vítimas de pedofilia

Com a comissão, Francisco dá continuidade à linha adotada por Bento XVI de proteção às crianças vítimas de abusos
Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa institui comissão de proteção a crianças vítimas de pedofiliaO Papa Francisco decidiu criar uma comissão específica para a proteção de crianças vítimas de pedofilia. A informação foi dada em coletiva de imprensa, nesta quinta-feira, 5, sobre o terceiro e último dia de reunião do Papa com o conselho de cardeais que auxilia no governo da Igreja e na reforma da Cúria Romana.
Quem informou sobre a nova comissão foi o Arcebispo Metropolitano de Boston (EUA) e membro do Conselho, Cardeal Seán Patrick O’Malley. Ele esteve na coletiva juntamente com o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
A finalidade da comissão é aconselhar o empenho da Santa Sé na proteção das crianças e na atenção pastoral com as vítimas dos abusos. Especificamente, haverá referências sobre o estado atual dos programas para a proteção da infância, sugestões para novas iniciativas, por parte da Cúria, em colaboração com os bispos, as conferências episcopais e os superiores religiosos.
Cardeal O’Malley explicou que, com a comissão, Francisco dará continuidade à linha adotada pelo Papa emérito Bento XVI e acolherá a proposta do Conselho. Ele disse que Bento XVI já trazia essa questão no coração e Francisco a executou. “Decisão de Papa Francisco está em continuidade com a linha assumida por Bento XVI em relação ao abuso de menores”, disse.
A comissão será de caráter internacional e formada por 12 pessoas, na maioria leigos. “A composição e as competências da comissão serão indicadas, em breve, com maiores detalhes pelo Santo Padre com documento apropriado”, informou Dom O’Malley.

O primeiro passo para o perdão


Quarta-Feira, 05 de fevereiro 2014

O primeiro passo para o perdão

Há necessidade de confessarmos os nossos pecados para sermos perdoados.

O início do processo da confissão dos pecados está no reconhecimento de nossas falhas. Infelizmente, é difícil para nós reconhecer os nossos pecados. Damos muitas desculpas. Outras vezes, ficamos com vergonha, temos medo de contar nossas falhas.

Confessar significa colocar às claras, dar testemunho, reconhecer as nossas faltas. Quando reconhecermos nossos erros e nos arrependermos deles, a misericórdia do Pai nos alcançará.




Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Entrevista completa de Dom Tomasi sobre relatório da ONU

Leia entrevista completa do Observador da Santa Sé na ONU sobre o relatório divulgado hoje pelo Comitê de Direitos da Infância
Rádio Vaticano
Tradução: Liliane Borges
Entrevista completa de Dom Tomasi sobre relatório da ONU
Relatório da ONU parece não ser atualizado, tendo em conta o que nos últimos anos tem sido feito em nível da Santa Sé e em vários países, diz Dom Tomasi (Foto: news.va)
O observador permanente da Santa Sé, Dom Silvano Tomasi, concedeu uma entrevista à Rádio Vaticano, nesta quarta-feira, 5, sobre o relatório do Comitê de Direitos da Infância, ligado à ONU. O documento faz críticas ao Vaticano, referentes às medidas de proteção às crianças e às ações diante dos casos de abuso sexual.
O arcebispo qualificou o relatório como negativo e privado de clareza.  E afirmou que não houve concordância entre o que a Santa Sé declarou e as conclusões do Comitê.
Reportamos abaixo a entrevista na íntegra:
Repórter: Como a Santa Sé reagiu a essas acusações?

Dom Tomasi – O Comitê da Convenção sobre os Direitos da Criança foi publicado oficialmente hoje e  suas conclusões e recomendações para os  países que foram analisados ​​durante esta 65 ª sessão e que são:  Congo, Alemanha, Santa Sé, Portugal, Federação Russa e Iêmen.
A primeira impressão: temos que esperar, ler atentamente e e analisar de modo detalhado o que escreveram os membros desta Comissão. Mas a primeira reação é de surpresa, porque o aspecto negativo do documento que eles produziram é que parece que já havia sido preparado antes da reunião da Comissão com a Delegação da Santa Sé, que deu detalhadamente respostas precisas sobre  vários pontos , que não foram, relatadas neste documento conclusivo, ou pelo menos não parece ter sido levado em séria consideração.
Na verdade, o documento parece não ser atualizado, tendo em conta o que nos últimos anos tem sido feito em  nível da Santa Sé, com as medidas tomadas diretamente pelo Estado da Cidade do Vaticano e, em seguida, em vários países pelas Conferências Episcopais.
Portanto, falta a prospectiva correta e atualizada, que possui realmente uma série de mudanças para a proteção das crianças, que me parece difícil de encontrar,  no mesmo nível de compromisso, em outras instituições ou até mesmo de outros Estados. Isto é simplesmente uma questão de fatos, de evidência, que não podem ser distorcidos!
RepórterComo responder de modo preciso as acusações do Comitê da ONU?
Dom Tomasi – Não se pode em dois minutos, certamente, responder a todas as afirmações feitas – algumas muito incorretas – no documento conclusivo do Comitê.
A Santa Sé responderá, porque é um membro, um Estado parte da Convenção: ratificado e tem a intenção de observar o espírito e a letra da Convenção, sem acréscimos ideológicas ou imposições que estejam  fora da própria Convenção.
Por exemplo, a Convenção sobre a proteção das crianças em seu preâmbulo, fala da defesa da vida e da proteção das crianças, antes e após o nascimento, enquanto a recomendação que é feita para a Santa Sé, é mudar sua posição sobre a questão do aborto! É claro que, quando uma criança é morta não tem mais direitos! Então, essa me parece uma contradição real com os objetivos fundamentais da Convenção, que é o de proteger as crianças.
Esta Comissão não fez um bom serviço para as Nações Unidas, tentando introduzir e pedir à Santa Sé para mudar o seu ensinamento que não é negociável! Portanto,  é um pouco triste ver que o Comitê não compreendeu completamente a natureza e as funções da Santa Sé, que, embora tenha expressado claramente ao Comitê a sua decisão de levar adiante os requisitos da Convenção sobre os Direitos da Criança, mas definindo com precisão e protegendo em primeiro lugar  aqueles valores fundamentais que fazem a proteção real e eficaz da criança.
RepórterA ONU disse em um primeiro momento que o Vaticano havia respondido melhor que outros países sobre a proteção dos menores. O que mudou ?
Dom Tomasi – Na introdução do relatório conclusivo é reconhecida a clareza das respostas enviadas; não foi evitada nenhuma pergunta feita pela Comissão, com base na evidência disponível, e quando não havia uma informação imediata, foi  prometido fornecê-la no futuro, de acordo com as diretrizes da Santa Sé, e como fazem todos os governos. Então, parecia um diálogo construtivo, e eu penso que deva permanecer assim.
Portanto, dada a impressão obtida com o diálogo direto da Delegação da Santa Sé com a Comissão e o texto das conclusões e recomendações, vem a tentação em dizer que provavelmente o texto  já havia sido escrito e que não reflete os pontos e a clareza, mas sim adições precipitadas, do que já havia acontecido. Portanto, devemos, com serenidade e com base em evidências – porque não temos nada a esconder! -  levar adiante as explicações e posições da Santa Sé, responder às perguntas que ainda permanecem, de modo que o objetivo fundamental que se quer alcançar – a proteção das crianças – possa ser alcançado.
Se fala de 40 milhões de casos de abuso de crianças no mundo, mas, infelizmente, alguns desses casos – embora muitos pequenos em comparação com tudo o que está acontecendo no mundo – dizem respeito à pessoas da Igreja. E a Igreja respondeu, reagiu e continua a fazê-lo! Devemos insistir nesta política de transparência,  de não tolerância dos abusos, porque um só caso de abuso de uma criança, é algo muito sério!
RepórterPortanto, o que pode ter acontecido?
Dom Tomasi – Provavelmente as Organizações não-governamentais – que têm interesses sobre a homossexualidade, sobre o casamento gay e outras questões – tiveram certamente apresentaram suas observações e, de algum modo, reforçaram  uma linha ideológica.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/entrevista-completa-de-dom-tomasi-sobre-relatorio-da-onu/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=entrevista-completa-de-dom-tomasi-sobre-relatorio-da-onu

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Papa critica poder, luxo e dinheiro; pede compartilhamento

O papa voltou a criticar o poder, o luxo e o dinheiro que se transformam em ídolos e que impedem a distribuição justa das riquezas
Papa Francisco capaO papa Francisco voltou nesta terça-feira a criticar o “o poder, o luxo e o dinheiro que se transformam em ídolos” e que impedem a “distribuição justa das riquezas” e convidou os católicos à sobriedade e a compartilhar.
É o que se lê na mensagem do papa argentino para a Quaresma – o período anterior à Semana Santa – que foi apresentado hoje pelo Vaticano e cujo tema principal é a pobreza material e espiritual.
“Quando o poder, o luxo e o dinheiro se transformam em ídolos, se antepõem à exigência de uma distribuição justa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se transformem à justiça, à igualdade, à sobriedade e ao compartilhar”.
Além disso, Francisco expressou sua preocupação com a que chamou miséria moral, e que “consiste em se tornar escravo do vício e do pecado”.
“Quantas famílias vivem angustiadas porque algum de seus membros – frequentemente jovem – tem dependência do álcool, das drogas, do jogo ou da pornografia!”, lamentou o pontífice de Buenos Aires.
Francisco também denunciou que tantas pessoas “se vejam obrigadas a viver essa miséria por condições sociais injustas, por falta de um trabalho, o que lhes priva da dignidade que dá levar o pão a casa, por falta de igualdade e respeito aos direitos à educação e à saúde”.
“Nesses casos a miséria moral bem poderia se chamar suicídio incipiente. Essa forma de miséria, que também é causa de ruína econômica, sempre vai de mãos dadas com a miséria espiritual, que vivemos quando nos afastamos de Deus e rejeitamos seu amor”.
O papa concluiu que “o Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual” e então pediu aos católicos “seguir e imitar Jesus, que foi em busca dos pobres e dos pecadores como o pastor com a ovelha perdida, e o fez cheio de amor. Unidos a Ele, podemos abrir com coragem novos caminhos de evangelização e promoção humana.”
Para o papa, a Quaresma é adequada para “nos perguntarmos de que podemos nos privar a fim de ajudar e enriquecer outros com nossa pobreza.”
O pontífice destacou que, no entanto, que “a verdadeira pobreza dói” e que “não é válido um despojamento sem essa dimensão penitencial”.
“Desconfio da esmola que não custa e não dói”, afirmou.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Missa com a benção das gargantas, hoje na paróquia N. S. da Penha.


Deus age por meio da humildade

Davi, quando foi ungido, era o menor dos irmãos; e nem mesmo Samuel imaginava que seria ele o escolhido do Senhor. Samuel queria ungir o filho mais velho, pois este era mais bonito e mais forte, mas Deus lhe disse: “Não, Samuel, vá devagar, porque os homens veem a aparência, mas eu vejo o coração”.

Samuel teve de aprender. Não foi nenhum daqueles irmãos que o Senhor escolheu, mas sim o último, o que o profeta nem imaginava que existisse, que Deus mandou ungir. Talvez você seja um “vasinho” como Davi, mas é com você que o Todo-poderoso quer agir. Ele pode transformá-lo.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

domingo, 26 de janeiro de 2014

Não justificar-se diante de Deus, mas reconhecer os próprios pecados, exorta o Papa

O Papa Francisco afirma que reconhecer os próprios  pecados diante de Deus é uma graça
Liliane Borges
Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa destaca que reconhecer-se pecador diante de Deus é uma graça.
O Pontífice afirma que ao confessar, devemos ser como as crianças: concretos e simples / Foto: Arquivo
A  confissão dos pecados feita com humildade é o que a Igreja pede a todos nós, declarou o Papa Francisco, na homilia realizada nesta sexta-feira, 25, na Casa Santa Marta, no Vaticano.
O Pontífice centrou o seu discurso no sacramento da reconciliação (confissão), encorajando a todos a não esconder os próprios pecados, mas confessá-los com sinceridade.


A partir da Carta de São Paulo aos Romanos  – o Papa destaca a coragem do apóstolo em  reconhecer publicamente que em sua carne “não habita o bem”, e por isso não faz o bem que gostaria, mas o mal. Francisco ressalta que isso acontece na vida de todo o cristão, e por esse motivo o sacramento da reconciliação é um grande auxílio.
“E esta é a luta dos cristãos. É a nossa luta de todos os dias. E nós nem sempre temos a coragem de falar como Paulo sobre essa luta. Sempre procuramos uma via de justificação. Mas sim, somos todos pecadores”, afirmou o Papa. Ele assegura que se não reconhecemos os nosso pecados, não poderemos alcançar o perdão de Deus.
“Alguns dizem: ‘Ah, eu me confesso com Deus’. Mas assim é fácil é como confessar-se por e-mail. Deus está longe e não há um face a face”, alertou o Papa ao falar sobre a indisposição que muitos católicos têm em procurar um confessor.
Por outro lado, destaca Francisco, alguns dizem confessar-se com facilidade, “mas ao falar de seus pecados o fazem de modo tão distante que  seria melhor não ter se confessado”.
Francisco alerta que confessar-se não significa ir a uma consulta com um psiquiatra, e nem ir a uma sala de tortura,  é simplesmente dizer ao Senhor: “eu sou pecador”. E a presença de um irmão (sacerdote), diz o Papa, é um modo de ser concreto na confissão.
“Os pequenos têm sabedoria. Quando uma criança se confessa, nunca diz uma coisa geral. ‘Padre, eu fiz isso, eu fiz aquilo à minha tia, para aquele eu disse essa palavra’, e dizem a palavra. São concretos, hein? Eles possuem aquela simplicidade da verdade”, ressalta o Papa. Segundo o Pontífice, os adultos tem a tendência de esconder sempre os próprios pecados.
Ao concluir a homilia, o Papa Francisco destacou que ter vergonha dos próprios pecados  diante de Deus é uma graça. “Pensemos em Pedro quando, depois do milagre de Jesus no lago, disse: ‘Mas, Senhor, afasta-te de mim, eu sou pecador’. Ele se envergonha de seus pecados diante da santidade de Jesus Cristo”, explicou o Papa.

domingo, 24 de novembro de 2013

Na vida precisamos de amigos

Padre Fábio de Melo
Foto: Maria Andreia/Cancaonova.com
O Evangelho de hoje fala do encontro de Jesus com os saduceus, grupo de pessoas que não acreditavam na ressurreição do Senhor. E então fazem a pergunta: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a viúva a fim de garantir a descendência para o seu irmão. 29Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. 30Também o segundo 31e o terceiro se casaram com a viúva. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos. 32Por fim, morreu também a mulher. 33Na ressurreição, ela será esposa de quem?” Jesus responde, de forma simples e profunda, que na eternidade não existirá a necessidade de nos casarmos, pois todos seremos irmãos.

:: Evangelho do dia

O amor entre um homem e uma mulher é profundo, assim como o amor de uma mãe para com um filho e o de irmão para irmão também são profundos. O vínculo fraterno também é muito forte, um amigo sincero é aquela pessoa que consegue nos "acessar" por inteiro; tenho a sensação de que a amizade antecipa a eternidade. Todo vínculo, até entre marido e mulher, precisa passar pelo vínculo fraterno, precisa haver um laço de amizade, assim como esse sentimento é necessário na relação entre mãe e filho. Porque o vínculo fraterno é o mais definitivo, talvez porque seja o mais livre. Esse amor nos mostra o que é eterno.

Você continua amando seu filho como mãe; o marido continua amando a mulher com o amor esponsal, e o amor materno e paterno não nos são suficientes após experimentarmos as outras formas de amor, pois precisamos nos amar fraternalmente.

Jesus poderia ter se casado, mas escolheu doar-se aos outros. Os padres não se casam por três motivos. O primeiro é cristológico, Cristo não se casou; o segundo é eclesiológico, pois somos servidores da Igreja; e o terceiro é escatológico. O padre e a freira fazem a opção pela castidade e vivem, aqui na terra, o que um dia viverão no céu.

Como padre, preciso amar o mundo, declarar que sou amigo da humanidade. Eu escolhi fazer da minha existência uma vida de dedicação. Eu o escolhi livremente, para ensinar com minha vida que nasci para ser para o outro. Eu escolhi ser amigo da humanidade.
 
Nunca na minha vida eu escutei esta frase: "Eu sou obrigado a ser seu amigo!" Não, eu não sou obrigado a ser seu amigo, mas escolho ser seu amigo. Nós não escolhemos os amigos, eles acontecem na nossa vida. E no lado de um verdadeiro amigo não vemos o tempo passar. O homem mais pobre é aquele que não tem amigos.

Quantos amigos você tem? O amigo de verdade nasce no momento que construimos a ressurreição. Nós precisamos de amigos, para suportar o limite da vida, precisamos de amigos para suportar a existência.

Não perca tempo! Faça amigos! O verdadeiro amor fraterno é aquele que deseja para nós aquilo que Deus quer.

Quando amamos e somos amados de forma fraterna conseguimos antecipar a eternidade. Permita-se ser amigo do seu filho, de seu marido, porque, na eternidade, não haverá mais vínculo de marido e mulher, de pais e filhos, quando chegarmos ao céu seremos todos amigos irmãos.

Pé na estrada e fé em Deus, pois é na estrada que encontramos os verdadeiros amigos.

Transcrição e adaptação: Elcka Torres
 

Fé em Deus e mãos à obra!



Eugênio Jorge
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
Na parábola do semeador, que está em Lucas 8, 4 e seguintes, logo em seu início, percebemos que a mesma coisa acontece no dia de hoje: “Ajuntou-se uma grande multidão, e de todas as cidades as pessoas iam até Jesus”. Aqui estamos, meus irmãos, cumprindo a vontade de Deus.

Deixemos que esta Palavra se cumpra em nós! Quanto ensinamento temos nessa passagem do Evangelho! Esta passagem bíblica, para nós homens do campo que gostamos de mexer na terra, tem um significado ainda mais profundo por vermos a semelhança existente entre o cultivo da terra e a realidade dos nossos corações e das nossas vidas.

Há pouco tempo, fiz uma descoberta maravilhosa: descobri como é boa a vida no campo. Atento a tantas outras coisas como o trabalho, as viagens em missão, não me dava a oportunidade de fazer a experiência do campo. E hoje estou tão encantado com essa experiência que parece que faço isso a vida toda! Tenho descoberto o valor da terra, que não é apenas jogar as sementes no solo, mas estar atento a tudo o que ela envolve, como a chuva e o melhor tempo para o cultivo.

Descobri que, antes de jogar a semente na terra, é preciso fazer uma análise do solo. Certa vez, comprei cinco quilos do melhor milho que havia e plantei. Só depois fui perceber que a terra poderia não estar boa e que, se fosse possível, precisaria ser corrigida. É isso mesmo, irmãos, muitas vezes queremos acertar, mas acabamos fazendo a coisa errada. Nós precisamos fazer a vontade de Deus e andar no centro do que Ele quer de nós. Felicidade é estar no centro da vontade de Deus. Então corrigi a terra, pois realmente ela não estava boa para o plantio, coloquei nela tudo aquilo que me orientaram e, depois de um ano, depois de ter corrigido o solo, plantei as sementes. Amados, não podemos desistir! Uma vez que percebemos que a "terra" da nossa vida não está boa precisamos corrigi-la. Isso é fé! Por isso, depois de três meses, começamos a colher as primeiras espigas.

A Palavra de Deus nos fala do semeador que, ao escolher a melhor semente, deseja encontrar o melhor terreno. A terra é o nosso coração, a nossa vida. Há pouco cantamos a música: “Meu Senhor e meu Deus, eu creio, mas aumenta a minha fé [...]", ao pedir isso, quero que o Senhor me leve à perfeição da Sua vontade, para que, movido por Sua misericórdia, eu possa realizar todas as coisas e que eu viva pela fé, pela esperança e pelo amor. 


Dá-nos, Senhor, uma fé viva! Que das sementes que plantamos possam brotar outras plantas e frutos. Talvez as pessoas que mais traduzam na vida o amor pelos irmãos sejam vocês: os homens do campo. Vocês que nos acompanham agora com o rádio de pilha e que levam leite, semente e plantas a todos, saibam que seu trabalho é uma bênção para todos nós! Sigam em frente, não desanimem! Bem como as mulheres, que, muitas vezes, fazem o trabalho sozinhas, na luta de cada dia.

Se você semear, com fé, a bênção que Deus confiou a você, não só no campo, mas na vida, Ele há de regá-la, pois um é quem planta, outro é que colhe, mas quem faz crescer é o Senhor. Mãos à obra pela oração, pois o Senhor é fiel e cumpre o que promete.



Transcrição e adaptação: Luana Oliveira

Ano da Fé termina neste domingo com um grande ensinamento

Ano da Fé termina neste domingo com um grande ensinamento

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte


Arquivo Arquidiocese de BH
Ano da Fé reforça a importância de se viver a fé como dom, afirma Dom Walmor
Encerrando o Ano da Fé

Com a celebração da Festa de Cristo Rei do Universo, neste domingo, 24, a Igreja Católica no mundo inteiro se une, de maneira especial, ao Papa Francisco, no encerramento do Ano da Fé.

O Papa emérito Bento XVI foi quem convocou a vivência do Ano da Fé, iniciado em 11 de outubro de 2012, quando se celebrava o cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. Uma data relevante para a vida e missão da Igreja na sua tarefa de fazer de todos discípulos e discípulas de Jesus.

O grande propósito deste Ano da Fé foi exatamente a oportunidade para um aprofundamento, compreensão e vivência da fé como experiência de encontro pessoal com Jesus, única pessoa que pode dar à vida, de maneira duradoura, um novo horizonte e, com isto, como afirmou o Papa Bento XVI, na sua Carta Encíclica Deus é Amor, uma direção decisiva.

Nessa oportunidade oferecida, como necessidade permanente, está a importância de apropriações conceituais fundamentais que norteiam a vida de modo diferente, qualificando-a a partir de sua compreensão como dom de Deus. É claro que a fé não é uma simples apropriação de conceitos.

A importância deles na vivência do dom da fé se define pela luz própria que a razão indispensavelmente traz para que a pessoa avance na direção da verdade que liberta completamente.

O bem-aventurado João Paulo II, na sua Carta Encíclica sobre a Fé e a Razão, introduz esta temática sublinhando que “a fé e a razão são como duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade”.

João Paulo II completa lembrando-nos que “foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, em última análise, de conhecer a Ele, para que o conhecendo e amando-o, possa também chegar à verdade plena sobre si”.

A razão é uma alavanca decisiva no caminho da vida humana, na vivência da história, na construção da sociedade. É convincente e fácil de perceber, analisando a história, que os descompassos da humanidade vieram das irracionalidades. Basta pensar sobre guerras, exclusão social, manipulações e totalitarismos.

Determinante também é o dom da fé. Sua profunda compreensão e sua vivência qualificam a cultura, corrigem os rumos da história e iluminam o caminho da humanidade, proporcionando a experiência de sentido que faz a vida valer a pena, ser construída com dignidades e altruísmos insuperáveis.

O dom da fé é uma experiência que avança para além da razão, na sua notável propriedade de alcançar lucidez para encontrar soluções.

A luz da fé permite lidar com questões que estão inevitável e inexoravelmente no horizonte da existência humana: “Quem sou eu? De onde venho e para onde vou? Por que existe o mal? O que existirá depois desta vida?” Somente a fé permite lidar com o mistério que estas interrogações tocam, proporcionando uma compreensão coerente.

Esta consideração convence de que a fé não se reduz a simples sentimento. Também não pode ser compreendida como um caminho que simplesmente traz soluções imediatistas, para desgastes existenciais comuns na contemporaneidade. Menos ainda deve ser buscada como produção de experiências milagreiras, promessa de mesquinhas prosperidades e clamorosas manipulações, advindas do usufruto irracional das fragilidades humanas.

O ano especial que se encerra no próximo domingo reforça a importância de se viver a fé como dom. Concretamente, vale prestar atenção, analisar e avaliar, como exemplo, o grande patrimônio de trezentos anos da cultura mineira.

Nele se pode constatar convictamente o papel decisivo e qualificador da fé cristã, particular e reconhecida referência à fé cristã católica, gerando um conjunto cultural, histórico, artístico e religioso que abrange toda a Minas Gerais.

Este Ano da Fé, relembra o Papa Francisco, na sua primeira Carta Encíclica, permitiu viver, cotidianamente, o empenho para recuperar o caráter de luz que é próprio da fé. O Papa lembra que quando esta luminosidade se apaga, todas as outras luzes acabam por perder o seu vigor.

A fé é o caminho para o amor, que verdadeiramente transforma a vida. É hora de investir na vivência autêntica, profética e comprometida da fé, na cultura da paz, apelo e meta no encerramento deste ano especial.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Programação do Novenário (primeira parte)

Paróquia de Nossa Senhora da Penha
Novenário e Festa da Padroeira
23 de agosto a 1 de setembro de 2013
    → Santa Missa todos os dias às 19h30min.
1º dia – 23/08 (sexta-feira)
      Pregador:  Pe. Marco Antônio Soares
      Comunidades Convidadas: São João Batista (Fazendinha) e
      Nossa Senhora da Conceição (Vila Manhães)
      Participação: Pastoral do Dízimo e Coroinhas
2º dia - 24/08 (sábado)
      Pregador: Pe. Clécio Silva dos Santos
      Comunidade Convidada: São Pedro (Pq. Bela Vista)
      Participação:  Pastoral Vocacional e EB
3º dia - 25/08 (domingo)
      Pregador: Pe.  Francisco de Assis Soares Cravo
      Participação:  Pastoral da Crisma e Ministério Jovem Perseverança
4º dia - 26/08 (segunda-feira)
      Pregador: Pe. José Silvio Lemos Coquito
      Entidade Convidada: Escola Municipal José do Patrocínio
      Participação: Apostolado da Oração, Liga Católica e Legião de Maria
5º dia - 27/08 (terça-feira)
      Pregador: Bispo Emérito Dom Roberto Gomes Guimarães
      Entidade Convidada: CIEP Nina Arueira
      Participação: Ministérios de Musicas

Venha Participar do Novenário de Nossa Senhora da Penha

Nesta sexta-feira teremos inicio do novenário de nossa padroeira Nossa Senhora da Penha!
Teremos missa às 19h30min, celebrada pelo Pe. Marco Antônio Soares!




sexta-feira, 26 de julho de 2013

Papa: na cruz, Jesus se une a jovens sem confiança

O papa lembrou ainda de diversos problemas que afligem a juventude
Papa sobre drogas Em um discurso que misturou o português e o espanhol e se seguiu à Via Sacra, na Praia de Copacabana, o papa Francisco disse que, na cruz, Jesus se une às mais diversas vítimas de violência, intolerância e desigualdade. “Jesus se une a quem é perseguido por sua religião, por suas ideias ou simplesmente por sua cor da pele. Jesus se une aos jovens que perderam a confiança em suas instituições políticas por causa da corrupção e do egoísmo”.
O papa lembrou ainda de diversos problemas que afligem a juventude e, como o arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, fez na missa de abertura da Jornada Mundia da Juventude, na terça-feira (17), mencionou as vítimas do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
“Jesus se une ao sofrimento das vítimas da violência que já não podem gritar, sobretudo aos indefesos. Jesus se une às famílias que se encontram em dificuldade pela perda trágica de seus filhos. Jesus encontra os jovens vítimas no incêndio de Santa Maria, no princípio deste ano. Rezamos por eles”, disse o papa, que fez uma pausa e foi aplaudido.
Francisco perguntou aos jovens brasileiros sobre o que eles deixaram ao tocar na Cruz Peregrina, que esteve no país por dois anos, e o que a cruz deixou neles. Por fim, disse que a cruz convida os homens a saírem de si mesmos e ir ao encontro dos necessitados.
Após a fala do papa, a programação da jornada continuou com shows e os apresentadores pediram que o público continuasse para evitar transtornos na saída de Copacabana.

Fonte: http://campos24horas.com.br/portal/papa-na-cruz-jesus-se-une-a-jovens-que-perderam-confianca/