Nossos Contatos

Av. Newton Guaraná, 719 - Penha
Campos dos Goytacazes CEP: 28 021-245
Secretário: Bismarck
Expediente: Segunda a Sexta de 8h às 12h e de 14h às 17h e Sábado de 8h às 12h
Tel: (22) 2731-6799
E-mail: pnspcampos@gmail.com

Mensagem do dia.. - por: Leonardo barreto


Um coração que está em Deus não se corrompe e é fiel à seus princípios, ou vc está em Deus ou não está a matemática é simples assim...

Evangelho do dia - 07/05/2015

Evangelho (Jo 15,9-11)

O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.


— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Total de visualizações de página

domingo, 17 de março de 2013

São Francisco de Assis

O que temer? Nada.
A quem temer? Ninguém.
Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes previlégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho e vida sem morte.
São Francisco de Assis

São Francisco de Assis

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.
São Francisco de Assis

Papa lembra raízes com Itália e diz que humanidade se cansou de pedir perdão




Cidade do Vaticano, 17 mar (EFE).- O papa Francisco rezou neste domingo, da janela do apartamento papal, que tem vista para a praça de São Pedro, o primeiro Ângelus de seu pontificado, no qual lembrou suas raízes com a Itália e destacou a misericórdia e a paciência de Deus.
O pontífice voltou a explicar que escolheu ser chamado de Francisco em homenagem a Francisco de Assis, frade italiano, o que reforça suas relações com o país. Além disso, sua família procede do norte da Itália.
Durante a reza, o líder religioso afirmou que Deus 'jamais se cansa' de perdoar os homens e que se Deus não perdoasse, o mundo 'não existiria'.
Diante de milhares de pessoas, que abarrotaram a Praça de São Pedro, o papa exaltou a misericórdia e a paciência de Deus e fez uma crítica dizendo que são os homens que se cansaram de pedir perdão. 'Um pouco de misericórdia muda o mundo, o torna menos frio e mais justo', declarou.
Dezenas de milhares de pessoas acolheram Francisco com uma prolongada salva de palmas quando saiu à janela de seu apartamento. Os presentes, entre eles milhares de crianças, exibiram bandeiras de vários países, algumas argentinas, país de origem de Francisco, assim como do Brasil e do Vaticano. EFE
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

quarta-feira, 13 de março de 2013

Papa Francisco I

PAPA FRANCISCO I




Não adianta falar que certo Cardial está cotado para ser Papa. Só DEUS sabe de todas as coisas!!! Está ai uma grande prova!!!

Habemus PAPAM!!!!



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mensagem do Papa sobre a Quaresma - Parte final.

4. Prioridade da fé, primazia da caridade

Como todo o dom de Deus, a fé e a caridade remetem para a ação do mesmo e único Espírito Santo (cf. 1 Cor 13), aquele Espírito que em nós clama:"Abbá! – Pai!" (Gl 4, 6), e que nos faz dizer: "Jesus é Senhor!" (1 Cor 12, 3) e "Maranatha! – Vem, Senhor!" (1 Cor 16, 22; Ap 22, 20).

Enquanto dom e resposta, a fé faz-nos conhecer a verdade de Cristo como Amor encarnado e crucificado, adesão plena e perfeita à vontade do Pai e infinita misericórdia divina para com o próximo; a fé radica no coração e na mente a firme convicção de que precisamente este Amor é a única realidade vitoriosa sobre o mal e a morte. A fé convida-nos a olhar o futuro com a virtude da esperança, na expectativa confiante de que a vitória do amor de Cristo chegue à sua plenitude. Por sua vez, a caridade faz-nos entrar no amor de Deus manifestado em Cristo, faz-nos aderir de modo pessoal e existencial à doação total e sem reservas de Jesus ao Pai e aos irmãos. Infundindo em nós a caridade, o Espírito Santo torna-nos participantes da dedicação própria de Jesus: filial em relação a Deus e fraterna em relação a cada ser humano (cf. Rm 5, 5).

A relação entre estas duas virtudes é análoga à que existe entre dois sacramentos fundamentais da Igreja: o Batismo e a Eucaristia. O Batismo (sacramentum fidei) precede a Eucaristia (sacramentum caritatis), mas está orientado para ela, que constitui a plenitude do caminho cristão. De maneira análoga, a fé precede a caridade, mas só se revela genuína se for coroada por ela. Tudo inicia do acolhimento humilde da fé ("saber-se amado por Deus"), mas deve chegar à verdade da caridade ("saber amar a Deus e ao próximo"), que permanece para sempre, como coroamento de todas as virtudes (cf. 1 Cor 13, 13).

Caríssimos irmãos e irmãs, neste tempo de Quaresma, em que nos preparamos para celebrar o evento da Cruz e da Ressurreição, no qual o Amor de Deus redimiu o mundo e iluminou a história, desejo a todos vós que vivais este tempo precioso reavivando a fé em Jesus Cristo, para entrar no seu próprio circuito de amor ao Pai e a cada irmão e irmã que encontramos na nossa vida. Por isto elevo a minha oração a Deus, enquanto invoco sobre cada um e sobre cada comunidade a Bênção do Senhor!

Vaticano, 15 de Outubro de 2012

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Mensagem do Papa sobre a Quaresma - Parte 3.

3. O entrelaçamento indissolúvel de fé e caridade

À luz de quanto foi dito, torna-se claro que nunca podemos separar e menos ainda contrapor fé e caridade. Estas duas virtudes teologais estão intimamente unidas, e seria errado ver entre elas um contraste ou uma "dialética". Na realidade, se, por um lado, é redutiva a posição de quem acentua de tal maneira o carácter prioritário e decisivo da fé que acaba por subestimar ou quase desprezar as obras concretas da caridade reduzindo-a a um genérico humanitarismo, por outro é igualmente redutivo defender uma exagerada supremacia da caridade e sua operatividade, pensando que as obras substituem a fé. Para uma vida espiritual sã, é necessário evitar tanto o fideísmo como o ativismo moralista.

A existência cristã consiste num contínuo subir ao monte do encontro com Deus e depois voltar a descer, trazendo o amor e a força que daí derivam, para servir os nossos irmãos e irmãs com o próprio amor de Deus. Na Sagrada Escritura, vemos como o zelo dos Apóstolos pelo anúncio do Evangelho, que suscita a fé, está estreitamente ligado com a amorosa solicitude pelo serviço dos pobres (cf. At 6, 1-4). Na Igreja, devem coexistir e integrar-se contemplação e ação, de certa forma simbolizadas nas figuras evangélicas das irmãs Maria e Marta (cf. Lc 10, 38-42). A prioridade cabe sempre à relação com Deus, e a verdadeira partilha evangélica deve radicar-se na fé (cf. Catequese na Audiência geral de 25 de Abril de 2012). De fato, por vezes tende-se a circunscrever a palavra "caridade" à solidariedade ou à mera ajuda humanitária; é importante recordar, ao invés, que a maior obra de caridade é precisamente a evangelização, ou seja, o "serviço da Palavra". Não há ação mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana. Como escreveu o Servo de Deus Papa Paulo VI, na Encíclica Populorum progressio, o anúncio de Cristo é o primeiro e principal fator de desenvolvimento (cf. n. 16). A verdade primordial do amor de Deus por nós, vivida e anunciada, é que abre a nossa existência ao acolhimento deste amor e torna possível o desenvolvimento integral da humanidade e de cada homem (cf. Enc. Caritas in veritate, 8).

Essencialmente, tudo parte do Amor e tende para o Amor. O amor gratuito de Deus é-nos dado a conhecer por meio do anúncio do Evangelho. Se o acolhermos com fé, recebemos aquele primeiro e indispensável contato com o divino que é capaz de nos fazer "enamorar do Amor", para depois habitar e crescer neste Amor e comunicá-lo com alegria aos outros.

A propósito da relação entre fé e obras de caridade, há um texto na Carta de São Paulo aos Efésios que a resume talvez do melhor modo: "É pela graça que estais salvos, por meio da fé. E isto não vem de vós; é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie. Porque nós fomos feitos por Ele, criados em Cristo Jesus, para vivermos na prática das boas ações que Deus de antemão preparou para nelas caminharmos" (2, 8-10). Daqui se deduz que toda a iniciativa salvífica vem de Deus, da sua graça, do seu perdão acolhido na fé; mas tal iniciativa, longe de limitar a nossa liberdade e responsabilidade, torna-as mais autênticas e orienta-as para as obras da caridade. Estas não são fruto principalmente do esforço humano, de que vangloriar-se, mas nascem da própria fé, brotam da graça que Deus oferece em abundância. Uma fé sem obras é como uma árvore sem frutos: estas duas virtudes implicam-se mutuamente. A Quaresma, com as indicações que dá tradicionalmente para a vida cristã, convida-nos precisamente a alimentar a fé com uma escuta mais atenta e prolongada da Palavra de Deus e a participação nos Sacramentos e, ao mesmo tempo, a crescer na caridade, no amor a Deus e ao próximo, nomeadamente através do jejum, da penitência e da esmola.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Mensagem do Papa sobre a Quaresma - Parte 2

2. A caridade como vida na fé

Toda a vida cristã consiste em responder ao amor de Deus. A primeira resposta é precisamente a fé como acolhimento, cheio de admiração e gratidão, de uma iniciativa divina inaudita que nos precede e solicita; e o "sim" da fé assinala o início de uma luminosa história de amizade com o Senhor, que enche e dá sentido pleno a toda a nossa vida. Mas Deus não se contenta com o nosso acolhimento do seu amor gratuito; não Se limita a amar-nos, mas quer atrair-nos a Si, transformar-nos de modo tão profundo que nos leve a dizer, como São Paulo: Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim (cf. Gl 2, 20).

Quando damos espaço ao amor de Deus, tornamo-nos semelhantes a Ele, participantes da sua própria caridade. Abrirmo-nos ao seu amor significa deixar que Ele viva em nós e nos leve a amar com Ele, n'Ele e como Ele; só então a nossa fé se torna verdadeiramente uma "fé que atua pelo amor" (Gl 5, 6) e Ele vem habitar em nós (cf. 1 Jo 4, 12).

A fé é conhecer a verdade e aderir a ela (cf. 1 Tm 2, 4); a caridade é "caminhar" na verdade (cf. Ef 4, 15). Pela fé, entra-se na amizade com o Senhor; pela caridade, vive-se e cultiva-se esta amizade (cf. Jo 15, 14-15). A fé faz-nos acolher o mandamento do nosso Mestre e Senhor; a caridade dá-nos a felicidade de pô-lo em prática (cf. Jo 13, 13-17). Na fé, somos gerados como filhos de Deus (cf. Jo 1, 12-13); a caridade faz-nos perseverar na filiação divina de modo concreto, produzindo o fruto do Espírito Santo (cf. Gl 5, 22). A fé faz-nos reconhecer os dons que o Deus bom e generoso nos confia; a caridade fá-los frutificar (cf. Mt 25, 14-30).

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Horário das missas de domingo...


Enfim terminou o horário de verão, atrase seu relógio em uma Hora.



O que significa isso para nós?
Nesse domingos a missa da manhã será às 09:00 horas e
a missa noturna votará a ser às 19:00 horas.

1º Domingo da Quaresma


Evangelho (Lucas 4,1-13)

Domingo, 17 de Fevereiro de 2013
1º Domingo da Quaresma


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e, no deserto, ele era guiado pelo Espírito. 2Ali foi tentado pelo diabo durante quarenta dias. Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome. 3O diabo disse, então, a Jesus: “Se és Filho de Deus, manda que esta pedra se mude em pão”. 4Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Não só de pão vive o homem’”
5O diabo levou Jesus para o alto, mostrou-lhe por um instante todos os reinos do mundo 6e lhe disse: “Eu te darei todo este poder e toda a sua glória, porque tudo isto foi entregue a mim e posso dá-lo a quem quiser. 7Portanto, se te prostrares diante de mim em adoração, tudo isso será teu”.
8Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás’”.
9Depois o diabo levou Jesus a Jerusalém, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo e lhe disse: “Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo! 10Porque a Escritura diz: ‘Deus ordenará aos seus anjos a teu respeito, que te guardem com cuidado!’ 11E mais ainda: ‘Eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”.
12Jesus, porém, respondeu: “A Escritura diz: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’”.
13Terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus, para retornar no tempo oportuno.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Vamos voltar as Nossas atividades???

Nos envie fotos de seu "Carnaval santo"...

Se você foi a algum retiro ou a teve um momento muito especial com Deus nesse carnaval com a família ou amigos nos envie sua foto se desejar ter as fotos no nosso blog.

pnspcampos@gmail.com ou
leonardobarreto19@hotmail.com

Mensagem Do Papa sobre a Quaresma - parte 1

Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2013


Boletim da Santa Sé



MENSAGEM
Crer na caridade suscita caridade 
"Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele"
(1 Jo 4, 16) 

Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma 2013

Queridos irmãos e irmãs!

A celebração da Quaresma, no contexto do Ano da fé, proporciona-nos uma preciosa ocasião para meditar sobre a relação entre fé e caridade: entre o crer em Deus, no Deus de Jesus Cristo, e o amor, que é fruto da ação do Espírito Santo e nos guia por um caminho de dedicação a Deus e aos outros.

1. A fé como resposta ao amor de Deus

Na minha primeira Encíclica, deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental do apóstolo João: "Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele" (1 Jo 4, 16), recordava que, "no início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um 'mandamento', mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro" (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal - que engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e "apaixonado" que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o intelecto: "O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da nossa vontade à d’Ele une intelecto, vontade e sentimento no ato globalizante do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor nunca está 'concluído' e completado" (ibid., 17). Daqui deriva, para todos os cristãos e em particular para os "agentes da caridade", a necessidade da fé, daquele "encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante da sua fé que se torna operativa pelo amor" (ibid., 31). O cristão é uma pessoa conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - "caritas Christi urget nos" (2 Cor 5, 14) - , está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bento XVI anuncia sua renúncia como Papa

Caríssimos Irmãos,

"Convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus".

Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.

Bento XVI

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O que é a Quaresma?


 
O que é a Quaresma?

A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.

A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esfoço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.

Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.

Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.


40 dias

A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.

A prática da Quaresma data desde o século IV, quando se dá a tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

VIGÍLIA dos Jovens Adoradores

Venham passar essa noite maravilhosa com Jesus!!!!!



sábado, 12 de janeiro de 2013

TERÇA-FEIRA Show com padre Fábio de Melo em Santo Amaro.


Festa de Santo Amora dia 15 de Janeiro.

Festa de Santo Amaro tem grande estrutura

sábado, 12  de janeiro de 2013 (Foto: arquivo)
A prefeitura garante uma grande estrutura na festa que é uma das mais tradicionais do município
santo amaroA Prefeitura de Campos montou esta semana toda a estrutura necessária para receber os peregrinos, visitantes e moradores do distrito de Santo Amaro, que no dia 15 de janeiro, comemora a 270ª edição da Festa do Padroeiro da Baixada Campista. Além de shows religiosos e com grandes nomes da música nacional, tudo está sendo feito para garantir conforto e segurança na tradicional festa. A secretaria de Serviços Públicos já iniciou o mutirão de limpeza no distrito, com equipes trabalhando na remoção de entulhos diversos, roçada de vegetação, raspagem de terra e pintura de meio fio.
Segundo o secretário de Serviços Públicos, Zacarias Albuquerque, a partir de domingo (12), os serviços de limpeza são intensificados com varrição especial em função do calendário da festa. Além dos dois sanitários públicos, existentes nas imediações da igreja, também, serão colocados oito banheiros químicos.
Para garantir o deslocamento de quem vai à festa, a Empresa Municipal de Transportes (Emut) preparou um esquema especial de transporte. Novas linhas serão colocadas em horários extras, entre a Rodoviária Roberto Silveira e o distrito de Santo Amaro, além de linhas exclusivas operando Santo Amaro x Farol de São Tomé e vice-versa. Os veículos do transporte alternativo devem circular até duas horas após o término dos eventos festivos.
Além da programação religiosa, vários shows estão programados para as comemorações ao padroeiro. No dia 14, a partir das 22h, se apresenta no palco oficial da Festa de Santo Amaro, a dupla Júnior e Gustavo. No dia 15, dia  de Santo Amaro, além da parte religiosa com procissão e missa solene às 11h, a enorme expectativa tanto de moradores quanto de visitantes, é a apresentação do padre Fábio de Melo, que acontecerá no palco pela prefeitura na praça principal do distrito, às 21h, levando mais uma vez, milhares de pessoas a cantarem com ele músicas como “Filho do Céu”, “Vida” e “Deus é Capaz”. 
No dia 16, a dupla César Menotti e Fabiano canta para o público que estiver prestigiando as festividades de Santo Amaro, também, a partir das 21h. No dia do padroeiro, que sobe ao palco é o padre Fábio de Mello, a partir das 21h, na praça principal do distrito. O novenário de Santo Amaro já está acontecendo desde o dia 06 e segue até o dia 14, com oração do terço, às 18h, e Santa Missa, às 19h.

FONTE(www.campos24horas.com.br)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O Batismo de Jesus

“Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder….” Atos 10, 37-38


“Naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no rio Jordão.” Mc 1,9
A festa do Batismo de Jesus celebra-se no domingo após a EPIFANIA(entre os dias 9 e 13 de Janeiro) como encerramento do CICLO DE NATAL, se não há domingo nesses dias, celebra-se a festa na segunda feira depois da EPIFANIA.

A vida pública de Jesus tem início com seu Batismo por João, no rio Jordão… Uma multidão de pecadores, de publicamos e soldados Fariseus e saduceus e prostitutas vem fazer-se batizar por ele. Jesus aparece, o Batista hesita, mas Jesus insiste. E ELE recebe o Batismo. Então, o Espírito Santo, sob a forma de pomba, vem sobre Jesus e a voz do céu proclama:Este é o meu filho bem amado. É a manifestação (EPIFANIA) de Jesus como Messias de Israel e filho de Deus.” CIC 535
A voz vinda do céu é a voz do Pai proclamando a missão de Cristo.
Rei e Servo, o rei-servidor.
A festa do batismo do Senhor é também o momento de recordar nosso próprio Batismo, pois nele somos adotados como filhos de Deus e recebemos o Espírito para realizar nossa missão.
“Nosso Senhor submeteu-se voluntariamente, ao Batismo se São João, destinado aos pecadores, para cumprir toda a justiça. Este gesto de Jesus é uma manifestação. O Espírito que pairava sobre as águas da 1ª criação desce então, sobre Cristo, preludiando a nova criação e o Pai manifesta Jesus como seu filho amado.” CIC 12,24
É o Batismo de João, um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados.
Evidentemente, Jesus não precisava desse batismo.
Esse batismo foi uma “desculpa” para algo maior: o Batismo no Espírito Santo.
O verdadeiro Batismo do senhor é quando o Espírito Santo desce sobre ele. “(João havia declarado: vi o Espírito descer do céu em forma de pomba e repousar sobre Ele.) eu não o conhecia, mas aquele que me mandou batizar em água disse-me: Sobre quem vires descer e repousar o Espírito, este é quem batiza no Espírito Santo. Eu o vi e dou testemunho de que ele é o filho de Deus.” Jô 1, 32- 34

Fonte:http://coracaodejesusedemaria.com